18 out 2001 - 20h32

Geninho, o técnico cuca fresca

Se o capitão Nem, tema de nossa reportagem de ontem, representa a raça atleticana e o desejo de vingança, o técnico Geninho é o total oposto. O comandante do Furacão, que recentemente completou 30 dias no comando do clube, está tranqüilo às vésperas do clássico Atletiba.

Ciente da responsabilidade que é disputar a partida, Geninho também tem certeza que a melhor postura neste momento é a de manter a tranqüilidade. O técnico, que já participou de vários clássicos em sua carreira, acredita que o jogo tem de ser encarado com muita seriedade, assim como todos os outros.

“Estou tranqüilo, não vou me apavorar. Se o grupo sentir que eu não estou tranqüilo, eles vão ficar preocupados com o jogo”, afirma Geninho. Segundo ele, o Atlético está muito bem classificado e não pode entrar na onda de euforia que reveste o Atletiba. A receita que o rubro-negro parece estar adotando é a de manter a normalidade. Ou seja, dentro de condições normais, quem tem maior chances de sair vitorioso é o Furacão.

Manter-se tranqüilo não significa, de modo algum, relaxar. O time treinou forte nesta semana e está concentrado para o jogo do domingo. Na quarta-feira, cada atleta deu 64 chutes ao gol, em um treino comandado pelos preparadores físicos Riva de Carli e Eudes Pedro. Ontem, o treino foi pesado no período da manhã. Geninho utilizou a tarde para treinamentos táticos e técnicos.

O time está praticamente definido. Os zagueiros Rogério Correia e Nem fora poupados em função de estarem gripados, mas devem ter condições de jogo. Geninho garante que no sábado divulga a escalação da equipe, já que não tem nada a esconder.



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