23 nov 2001 - 20h05

Bate Bola com Rogério Souza

O lateral é a sombra do Alessandro e por isso sempre que entra para substituir o jogador da Seleção Brasileira, Rogério costuma ter suas atuações comparadaas ao do craque titular. Nas últimas vezes em que isso aconteceu, seu estilo de jogo foi muito questionado pelos torcedores. Hoje ele conversa com a Furacao.com e conta como está sendo sua passagem pelo Atlético.

Furacao.com – Quando da época do técnico Antonio Lopes você dizia que gostava de jogar do lado da torcida por que ela apoiava mais. Hoje sua opinião mudou. Você sente muita pressão da torcida atleticana?
Rogério Souza – Quando entro em campo procuro pensar somente no jogo, deixo que a torcida faça a parte dela que é incentivar o time. Se a torcida vaia, a gente tem que escutar isso como um incentivo a mais pra você melhorar no jogo. Estou tranquilo e espero ter mais oportunidades de atuar aqui na Baixada.

Furacao.com – Porque que você acha que a torcida pega tanto no seu pé?
Rogério Souza – O Alessandro é um jogador de Seleção. Então, quando entro em campo tenho que mostrar o mesmo futebol que ele está mostrando, só que nem sempre isso dá. Estou sem ritmo de jogo, por isso quando entro tento dar o máximo de mim. Tenho certza que isso (vaias da torcida) vai mudar. Estou tranquilo e procuro sempre o apoio do treinador e dos jogadores.

Furacao.com – Qual é a sua principal difrença de jogo com relação ao Alessandro?
Rogério Souza – É o seguinte: o Alessandro é um jogador de força e eu sou mais de toque de bola, então tenho que procurar fazer o meu jogo. Não posso mudar a minha característica, porque a torcida quer. Espero que ela (a torcida) entenda e possa de apoiar nos jogos.



Últimas Notícias

Torcida

Colecionadores da nossa paixão

Para alguns torcedores atleticanos, não basta apenas vestir a camisa por amor. É preciso guardar algumas, centenas delas num acervo particular, em coleções prá lá…

Torcida

As histórias por trás dos acervos

Cada colecionador é, de certa forma, guardião de um pedaço da história do clube. E cada coleção também acaba criando sua própria história. Nenhuma nasce,…