25 jun 2002 - 8h44

Kleberson mais titular do que nunca

Bastou uma partida inteira na Copa para virar do avesso a vida de Kléberson. O jogador passou a ser assediado pela imprensa internacional, ganhou moral entre os companheiros e parece ter entrado no seleto grupo de intocáveis da equipe de Luiz Felipe Scolari. Antes, o jogador chegou até a afirmar que não se preocupava em ser titular, “o importante era fazer parte da seleção brasileira no Mundial e ajudar o grupo.

A confirmação dessa nova fase ocorreu ontem, no treinamento de reconhecimento do Estádio Saitama, onde o Brasil enfrenta a Turquia amanhã, na luta por uma vaga na grande final da Copa 2002. A partida é válida pela fase semifinal da competição. Felipão – que havia colocado dúvidas sobre a permanência do paranaense no time – o manteve entre os titulares.

“Estou muito tranqüilo. Sempre soube que poderia ganhar uma chance. O próprio professor (Scolari) sempre nos disse que o grupo era de 23, não apenas de 11. Isto me motivou bastante”, comemorou o jogador do Atlético.

Nas semifinais, o volante terá mais liberdade em campo do que nos outros jogos que já disputou. Contra os ingleses, quando sua entrada de última hora surpreendeu a todos, ele teve a função apenas de auxiliar Gilberto Silva na marcação. “Agora estou liberado para atacar”, avisou, já sem a timidez de antes.

De acordo com o garoto de Uraí, a principal instrução do treinador será fácil de executar. “Ele pediu para eu trabalhar bem a bola e fazer o meu jogo de sempre, tocando e ajudando os companheiros, tanto de ataque quanto de defesa”, revelou a mais nova estrela da seleção brasileira, tido por muitos na Copa como “a descoberta de Felipão”, por ser um dos poucos púpilos do treinador que deram certo.

Esquivar-se de perguntas sobre a vida pessoal tem sido outra novidade na vida de Kléberson. “Isso é uma coisa minha, particular”, disse, evitando falar do êxito monetário e da ajuda aos pais e aos amigos. “Graças a Deus, renovei com um grande clube, o Atlético, e estou satisfeito nesse aspecto, o financeiro.”

Fonte: Gazeta do Povo



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