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30 set 2002 - 10h49

Falta de humildade

Concordo com a amiga Júlia de Melo (“quem nunca errou que atire a primeira pedra”). De fato, temos que respeitar o time e o técnico, enquanto seres humanos falíveis e não imbatíveis. Mas, embora eu não seja psicológo, acho que o Espinosa tinha que ser imediatamente demitido. Explico: até o jogo contra o Santos, o time estava excelente. Veio uma partida ruim e a derrota para o Flamengo, num pênalti inexistente. E o que falou o Espinosa para a imprensa? Resposta: “Os jogadores estavam usando sapatilhas”. Olha, jogo minhas peladas, já participei de vários campeonatinhos, nada profissional (é óbvio), mas sei que em ambiente ruim o futebol não prospera. Pode juntar um montão de bons jogadores que a coisa não anda. Ao criticar os jogadores daquela forma, Espinosa perdeu o respeito dentro do grupo. Quando o Atlético ganhava, a glória era dele e dos jogadores. Quando o Atlético perdeu, a culpa foi só dos jogadores. A falta de humildade revelou uma prepotência típica de quem não é merecedor da confiança do grupo. O grupo quer vencer mas o seu comandante não é digno das vitórias. Conseqüentemente, o grupo se esvazia em vontade, em raça, em determinação. Desde aquele jogo contra o Flamengo, o nosso Furacão não foi mais o mesmo (Paraná, Gama, Flu e São Caetano). O nosso querido Atlético só jogou bem (e não tão bem) contra o São Paulo, pelo glamour da partida. Nada mais que isso. Fora Espinosa. Pelo bem do grupo de jogadores e, assim, do próprio Atlético. Que Espinosa vá ser feliz em outro time. O nosso Atlético é muito grande para ele.



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