4 nov 2002 - 11h27

Opinião: “mais fácil, impossível”

…e Flávio estava num dia inspirado. No primeiro tempo fez grandes defesas – uma, inclusive, de um chutaço de fora da área e com o sol atrapalhando a visão. O que falar de David? Na primeira vez que pegou na bola, acertou o gol de uma maneira impressionante.

Por incrível que pareça, até o Wellington – por que Paulo? Tem outro Wellington no Atlético? – cobria bem a zaga, quando Rogério Corrêa se arriscava lá na frente. Fabiano atacando com elegância, Adriano e Dagoberto ocupando todos os espaços dentro do campo e até Kléber se esforçando. “Que beleza”, alguém gritou da arquibancada.

O resultado do primeito tempo poderia ser histórico. Só eu contei cinco chances claras de gols. Apenas dois foram confirmados.

E aí veio a segunda parte do espetáculo. O atraso do time no vestiário – foram 20 minutos de conversa – já dava conta de que alguma coisa não estava certa. Pra que tanto fuzuê? Se o time estivesse perdendo até que eu iria entender…

Facilidade para deixar as coisas difíceis. É isso que eu posso concluir. Até o ano que vem, Atlético.

Sérgio Tavares Filho
colunas@furacao.com



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