3 dez 2002 - 20h46

O Dossiê de Ilan

Um dos poucos paranaenses no elenco atleticano, o curitibano Ilan Araújo Dall´Igna, cresceu nas categorias de base do Paraná Clube, sendo da geração que seguiu-se aos anos de títulos do tricolor, após a saída de Saulo, Ricardinho e Paulo Miranda. Fez, pelo time da Vila, 18 gols.

Em sua carreira, três grandes momentos ficaram marcados. O primeiro foi sua primeira grande atuação na equipe profissional do Paraná Clube, em 1999. No clássico contra o Coritiba, na Vila Olímpica do Boqueirão, Ilan marcou 4 dos 6 gols do tricolor. Com apenas 18 anos, Ilan já despontava como um grande atacante. Naquele mesmo ano, fez parte do elenco que tornou-se Vice Campeão da Copa Sul e também do Paranaense.

Já em 2001, no São Paulo, conquistou seu primeiro título como profissional, tendo participação decisiva nas semi finais do Torneio Rio-São Paulo, quando o tricolor paulista bateu o Fluminense. E ainda em 2001, já no Furacão, Ilan fez um dos gols na primeira final frente o São Caetano, na vitória de 4 X 2 na Baixada, assegurando uma importante vantagem para o jogo de volta no ABC paulista.

Atacante que destacou-se pelo oportunismo, belos gols e inteligência em campo, Ilan ainda deve à nação atleticana, que tão bem o recebeu e lhe deu crédito. Para um jogador de sua categoria, ter marcado 4 gols no Brasileiro 2001, 2 na Sul Minas 2002, 5 na Libertadores e mais 2 em amistosos neste ano, é pouco. Seus 13 gols em um ano e meio no clube não superam sequer os 14 que o garoto Dago fez apenas em 2002.

Uma série de contusões, começando pelo famoso púbis, deixaram-no grande parte da temporada no Departamento Médico. A perspectiva para o próximo ano, caso fique no Atlético, é que o investimento feito no jovem e promissor Ilan, enfim seja recompensado com seus gols, pois é isso que a toda a torcida atleticana espera dele. Com as possíveis saídas de Alex Mineiro e Kléber, é bem possível que Ilan e Dago formem mais uma das duplas de ataque do Atlético. Talvez repetindo Jackson e Cireno, Sicupira e Nilson Borges, Washington e Assis, Oséas e Paulo Rink, Lucas e Kelly, quem sabe essa será mais uma dupla para entrar para a história?



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