16 dez 2002 - 20h31

Há 7 anos, o Atlético conquistava a Série B

16 de dezembro de 1995. Há exatos 7 anos o Atlético deu o passo inicial para se firmar entre os grandes clubes do cenário nacional. Jogando na Baixada ­ no velho e aconchegante Joaquim Américo ­ o time comandado por Pepe e que tinha Ricardo Pinto, João Antonio, Paulo Rink e Oséas como principais líderes, o Furacão goleou o Central por 4 a 1 e conquistou o Campeonato Brasileiro da 2ª divisão.

A conquista foi mais que merecida: em 28 jogos o Atlético venceu 20 (12 no Caldeirão), empatou 5 (2 em casa) e perdeu apenas 3 (nenhuma no Joaquim Américo).

A partida final teve todos os ingredientes de uma grande decisão. Apesar do jogo não valer nada para o Central (a fase decisiva da competição, naquela época, era disputada num quadrangular), Atlético e Coritiba brigavam pelo título. E pior: uma simples vitória em Mogi Mirim dava o título ao rival.

Mas naquele sábado de forte calor em Curitiba, provou-se que há justiça no futebol. Aos 25 minutos, Oséas faz 1 a 0. Ainda no primeiro tempo, o artilheiro marca o segundo. Em Mogi, o time da casa faz 1 a 0. Explosão de alegria no Caldeirão. Nem o gol do Central conseguiu diminuir a festa. Logo em seguida, mais tensão: era o empate dos coxas. Alex e Paulo Rink trataram de acalmar os ânimos: 4 a 1 Atlético.

E aos 42 minutos, quando as emissoras de rádio anunciaram o fim do jogo em Mogi, ninguém conseguiu segurar os ânimos da torcida atleticana. O alambrado do gol dos fundos foi derrubado e a torcida invadiu o gramado antes do final do jogo. A euforia só foi contida porque os jogadores, desesperados, pediram para que fosse aguardado o fim da partida. E quando o juiz cumpriu esse ritual, o Brasil inteiro pôde ver o tamanho da paixão Rubro-Negra. O Atlético voltava, em grande estilo, à elite do futebol nacional depois de cinco anos de sofrimento.

Era o primeiro passo para o clube que, sete anos depois, ficou conhecido no Brasil inteiro pelo seu belo patrimônio, grandes atletas, pelo título Brasileiro de 2001 e, é claro, por sua maravilhosa e encantadora legião de torcedores.



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