16 mar 2003 - 10h01

ADRIANO É A ESPERANÇA

Adriano chegou ao Atlético em 98. Na época, era uma aposta da diretoria, que havia visto seu futebol apenas através de uma fita de vídeo com seus melhores momentos pelo CSA, de Maceió.

Quando ele desembarcou na Praça Afonso Botelho, para se apresentar ao novo clube, a expectativa não era das melhores. Baixinho, tímido e sem o menor estilo de jogador de futebol.

Pois os anos se passaram e Adriano se tornou um dos principais jogadores da história do Clube Atlético Paranaense. Para começar, tornou-se titular de Abel Braga e foi um dos principais responsáveis pelo título do Campeonato Paranaense de 98. Se hoje parece algo comum, vale recordar que na época o Furacão não vencia um Estadual desde 1990.

Depois, Adriano ajudou o Atlético financeiramente. A venda de 50% de seu passe para o Olympique de Marselha representou uma importante contribuição para o clube fazer seus investimentos e quitar algumas dívidas.

Foram poucos meses na Europa e depois o retorno definitivo à Baixada. Em 2001, foi campeão brasileiro depois de ter realizado partidas memoráveis, como a contra o São Paulo, pelas quartas-de-final.

No ano passado, Adriano foi o melhor jogador atleticano no Brasileirão. O único capaz de manter as mesmas boas atuações de 2001 e um incasável lutador, apesar da apatia de alguns de seus companheiros.

Neste ano, novamente, o Gabiru vem demonstrando ser o principal atleta do elenco, mesmo que contemos com o pentacampeão Kleberson e com Diego, o melhor goleiro do último Brasileiro. Trata-se de bons valores, inegavelmente. Porém, Adriano é superior.

Com um preparo físico impressionante, é capaz de ajudar na marcação e puxar um contra-ataque veloz, que pode ser decisivo para a vitória. Sua luta vem sendo reconhecida gradativamente pela torcida, que reza para que esse empenho contagie os demais atletas.

Para os jogos contra o Sport, pela Copa do Brasil, a nação atleticana sabe que pode confiar ao menos em um jogador: Adriano. É nele que estão depositadas nossas fichas. Tomara que os demais entrem no mesmo ritmo.



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