18 abr 2003 - 2h50

Modelo para o Brasil

O Ministro do Esporte, Agnelo Queiroz, esteve em Curitiba na quarta-feira para o Encontro Estadual de Dirigentes do Esporte e do Lazer. Na capital paranaense, ele foi recepcionado pelos presidentes do Atlético e do Coritiba. Acompanhado por Ricardo Gomyde, presidente da Paraná Esporte, Queiroz visitou o Couto Pereira e a Arena da Baixada.

No templo sagrado, o Ministro ficou encantando com o que viu. “Só conhecia pela TV. Ao vivo, a Arena é maravilhosa”, disse o ex-deputado, impressionado com a beleza da estrutura da Baixada e com o conforto oferecido ao torcedor.

O presidente Mário Celso Petraglia fez questão de ciceronear Agnelo e Gomyde. A empolgação do Ministro foi tamanha que ele elegeu de pronto a Arena como modelo a ser seguido pelos demais estádios brasileiros com vistas à candidatura nacional para sediar a Copa do Mundo de 2014.

Petraglia explicou a Queiroz que foram investidos cerca de R$ 25 milhões para a construção do estádio, dinheiro este vindo totalmente de recursos do clube, especialmente com venda de jogadores, camarotes e cadeiras. O presidente contou a Agnelo que o projeto do Atlético é terminar a construção da Baixada para que ela fique com capacidade para 50 mil torcedores.

“Ele se sensibilizou com a necessidade de terminarmos o estádio e nos disse que o governo federal está preparando um plano para ajudar os clubes que queiram melhorar, reformar ou construir seus estádios. Ele convidou-me a ir até Brasília conversar”, disse Petraglia, mostrando-se empolgado com a possível ajuda estatal.

O plano mencionado pelo Ministro Agnelo Queiroz constitui-se em uma linha de financiamento do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) especialmente destinada aos clubes que pretendam investir em suas estruturas, especialmente a construção de estádios.

Assim, o relevante da visita do Ministro do Esporte a Curitiba foi a reafirmação da Arena da Baixada como principal estádio do país, o que será importante caso a Copa do Mundo seja realizada no Brasil. De acordo com ele, os demais estádios terão de se adaptar para se enquadrarem nas especificações da FIFA, algo que o Joaquim Américo já tem desde sua inauguração, em 99.



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