4 ago 2003 - 17h47

Saída de Mário Sérgio em 2001 foi conturbada

Poucos acreditavam que Mário Sérgio pudesse retornar ao Atlético nesta temporada. Apesar de ser o nome preferido da torcida, havia uma suspeita de que ele não voltaria a trabalhar tão cedo com o presidente Mário Celso Petraglia. Em 2001, a saída de Mário Sérgio foi conturbada.

Vale lembrar que o técnico foi contratado em 2001 por indicação de Samir Haidar e Antonio Carletto Sobrinho. A campanha do clube nos primeiros cinco jogos do Brasileiro foi muito boa, mas houve uma decaída no rendimento a partir do jogo contra o São Paulo, quando Mário Sérgio começou a modificar a escalação a equipe (escalando o jovem Erandir como líbero e mudando o esquema tático antes do intervalo).

A crise ficou definitivamente instalada depois da goleada contra o Vasco da Gama, por 4 a 0. Nos vestiários, Mário Sérgio e Mário Celso (então diretor de marketing) tiveram uma discussão sobre a escalação de jogadores e a forma de o time jogar. Irritado, o treinador decidiu que iria embora. A decisão foi anunciada somente depois do jogo seguinte (empate por 1 a 1 com o Santos).

No entanto, o grupo de jogadores fez um apelo ao técnico e pediu que ele ficasse. Mário Sérgio reviu sua decisão e não deixou o clube. Dirigiu o Atlético por mais dois jogos (derrotas para Palmeiras e Fluminense) e deixou o clube.

Em abril do ano passado, o jornalista Guerrinha contou em sua coluna na Zero Hora um suposto diálogo que teria ocorrido supostamente após o jogo contra o Santos. Clique aqui e relembre a história recente do Furacão.



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