25 jun 2004 - 10h12

Atleticanos se inspiram com Pelé Eterno

“Quem sabe se eu jogar mais uns vinte anos eu possa chegar perto do que o Pelé fez”, afirmou o atacante Washington assim que terminou a sessão de pré-estréia do filme Pelé Eterno. Em duas horas de exibição, o público pode acompanhar mais de 400 gols do maior atleta do mundo. O documentário de Aníbal Massaini Neto levou mais de cinco anos para ser finalizado, tamanha foi a pesquisa aplicada para a produção do longa-metragem. Além de grande parte dos gols da carreira de Pelé, o espectador que assistir ao filme vai poder ver 3 mil fotografias, 2100 narrações de gols, 150 depoimentos e ainda 1500 manchetes de jornais de diversos países.

O goleiro Diego também aprovou o documentário e disse que se jogasse naquela época, e contra Pelé, o que mais teria que fazer era pegar a bola de dentro do gol para uma reposição rápida do meio-campo. “Ele foi um gênio. Todos os brasileiros que se orgulhem pelas incríveis jogadas e histórias do Pelé. Nunca mais vamos ter um outro jogador parecido”, disse o goleiro.

Orçado em R$6 milhões – pouco investimento em se tratando de cinema – o filme de Pelé reconstituiu dois gols mais bonitos de toda a vida do craque que não foram registrados por câmeras: o gol de placa feito contra o Fluminense, no Maracanã, em 1961 – gol que deu origem à expressão Gol de Placa – e o famoso “gol da Rua Javari”, considerado pelo próprio Pelé como sendo o mais bonito de sua vida, tendo sido marcado no jogo Santos 2 x 1 Juventus, em 2 de agosto de 1959.

Durante o filme os amigos e jogadores que tiveram o privilégio de atuar ao lado de Pelé fazem alguns comentários. Zito, Pepe, Edu, Coutinho, Clodoaldo, Rivelino, Tostão, Carlos Alberto Torres, Bellini e Dorval, esses dois últimos com passagens pelo Atlético, e uma infinidade de outras estrelas falam do craque.

Pelé Eterno estréia oficialmente hoje nos cinemas de todo o Brasil.

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