26 jun 2005 - 21h52

“Estamos amadurecendo com isso tudo”, afirma Ticão

Um grupo que vive situações completamente antagônicas em duas competições que disputa. Se na Libertadores a campanha do Atlético é digna de aplausos, estando nas semifinais do torneio mais importante da América Latina, no Brasileiro é exatamente o oposto, com o clube amargando a lanterna do campeonato. Essa situação, afirma o volante Ticão, está servindo até mesmo para amadurecer o jovem elenco atleticano. “O grupo é jovem e estamos amadurecendo muito com isso. Digo até mesmo por mim, que a cada jogo, seja na Libertadores ou no Brasileiro, estou aprendendo muito”, afirmou.

A respeito da partida deste domingo, contra o Fortaleza, Ticão lamenta a falta de sorte da equipe na hora da conclusão. “Tivemos poucas oportunidades e a bola não entrou. Até criamos chances, mas falta um pouco de sorte para a gente conseguir abrir o placar e forçar o adversário, daí, a ir para o ataque”, disse. Sobre a falta de torcida (o jogo foi com portões fechados, devido à punição do STJD), Ticão garante que é estranho jogar sem público. “Sentimos a falta da torcida, principalmente porque ultimamente a torcida do Atlético vem nos dando muita força, tem sido sim o 12º jogador. Mas com ou sem torcida a gente tinha que ter vencido”, falou.

Libertadores

Para Ticão, agora é hora de o Atlético esquecer um pouco o mau momento vivido no Brasileiro e voltar todas as suas atenções para a Copa Libertadores. “O jogo de quinta é o da história do Atlético, da história de cada um dos jogadores, de cada torcedor. Por isso, agora, temos que estar 100% concentrados no Chivas. Temos que almoçar Chivas, jantar Chivas, pensar apenas no time do Chivas”, disse.

Sobre a possibilidade da equipe mexicana ter os reforços dos atletas que estavam servindo a seleção na disputa da Copa das Confederações, Ticão afirma que serão importantes reforços. “Com certeza vai reforçar muito, pois são jogadores de muita qualidade. Temos que ir para lá respeitando o Chivas, porque com esses jogadores da seleção ou sem eles, o time vai ser muito forte, com uma torcida muito inflamada”, avaliou.



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