27 out 2005 - 23h19

"Agora fica difícil", admite o capitão Marcão

Segundos após o apito final de Luís Marcelo Vicentin Cansian, o lateral-esquerda Marcão foi procurado pelos repórteres, que se apressaram a entrar no campo para colher depoimentos dos atletas. Sentindo a derrota por 4 a 1 para o Fluminense, o capitão atleticano admitiu que o sonho de classificação para a Libertadores da América de 2006 ficou mais distante. "Agora fica difícil", balbuciou, não disfarçando a chateação pela goleada mesmo após uma grande atuação no primeiro tempo.

Minutos mais tarde, já nos vestiários do Estádio Raulino de Oliveira, Marcão analisou a partida: "O nosso time merecia e até poderia ter saído com um resultado melhor. É estranho falar isso porque a gente perdeu de 4 a 1, mas a gente poderia ter vencido."

Mesmo com a remota possibilidade de o Atlético terminar a competição entre os quatro melhores, o jogador garantiu que o grupo não ficará abalado e seguirá jogando o mesmo futebol que vinha mostrando nos cinco jogos anteriores ao desta quarta. "O time está bem consciente e sabe que esse resultado foi um acidente. O time vai crescer com os erros. A hora que tiver chance de matar tem de matar", disse Marcão, referindo-se ao fato de a equipe ter perdido muitas chances de gol.

Dedo fora do lugar

Marcão atuou boa parte do segundo tempo sentindo dores em um dos dedos da mão. Em uma disputa de bola com o volante Radamés, seu dedo enroscou na camisa tricolor e saiu do lugar. "Meu dedo engatou no corpo dele e saiu do lugar. Na hora não doeu nada, mas agora está doendo", declarou, revelando que o dedo teve de ser recolocado no lugar pelo médico do Atlético.



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