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18 mar 2008 - 15h17

Marco Aurélio Cunha

O site oficial do Clube Atlético Paranaense disponibilizou ontem, na íntegra, a entrevista coletiva concedida pelos senhores presidentes Mário Celso Petraglia e João Augusto Fleury da Rocha. São 86 minutos, ouvi tudo! Não escondo de ninguém que, apesar de cometer alguns erros (afinal o ser humano é passível deles) admiro o Petraglia. Mesmo o admirando, achei um tanto chato ele se referir aos bambis do Morumbicha como bambis numa coletiva de imprensa. Mesmo achando isso maravilhoso!

Só que ao acessar o site globoesporte.com encontro o “senhor” Marco Aurélio Cunha disparando a seguinte frase: “Jogador que sai do São Paulo chora de saudade. Os que saem do Atlético choram de raiva.”

No mesmo site encontro as seguintes declarações do jogador Denílson, hoje no Palmeiras: “No momento que mais precisei, eles (bambis) não me quiseram”. No final de reportagem, mais uma declaração: “Foi a primeira vez que eu enfrentei o São Paulo (bambis) e teve um gosto especial. Eu tinha de participar desse jogo. E até sonhei que faria um gol…”

No Atlético, Washington, o Coração Valente, quando foi apresentado no Fluminense deu a seguinte declaração: “Será difícil (enfrentar o Atlético), claro. O Atlético marcou muito a minha vida e história profissional. Devo muita coisa ao clube, que me deu a oportunidade de voltar a jogar futebol. Não vou comemorar um gol, mas vou lutar pelo Fluminense”.

Ainda, só pra citar mais um, tenho o exemplo do Kleber, o Incendiário da Arena, agora Kleber Pereira, atacante do Santos. Ele marcou um gol no Furacão, no Brasileiro do ano passado. E mesmo atuando na Vila Belmiro não comemorou o gol, em respeito ao Atlético.

Isto posto deixo uma pergunta no ar: será que não é o contrário? O certo não seria jogador que sai do Furacão chora de saudade. Os que saem dos bambis choram de raiva?



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