12 abr 2008 - 21h44

Árbitro relata confusão pós-jogo em súmula

O árbitro Edivaldo Elias da Silva, que apitou o primeiro jogo da semifinal do Campeonato Paranaense em que o Atlético-PR venceu o Toledo por 1 a 0, hoje, confirmou que relatou em súmula a confusão causada pelo atacante Marcelo Ramos ao fim da partida. O juiz, porém, não divulgou o conteúdo do documento.

"Os fatos ocorreram, o relatório está pronto, mas não posso entrar no mérito da questão. Não tenho permissão para passar o que realmente aconteceu", afirmou o árbitro.

Edivaldo explicou ainda que não poderia ter expulsado Marcelo Ramos, pois só foi informado da confusão depois que os times já tinham deixado o gramado.

"Nesse caso especifico não pode (expulsar o jogador), porque fomos comunicados dos fatos depois que as equipes já tinham ido embora. Apesar de ter acontecido no campo, só soubemos depois. Hoje você tem que mostrar o cartão para o jogador no gramado, não posso ir lá no vestiário", explicou.

A confusão aconteceu após o apito final. Marcelo Ramos se desentendeu com o zagueiro Ciro do Toledo e o agrediu com um soco no rosto. Valencia conseguiu segurar o atacante e evitar uma confusão maior ainda.

Depois da agressão, os jogadores bateram boca e o lateral Nei do Atlético-PR também precisou ser contido pelos colegas. A confusão só acabou com a intervenção da Polícia Militar.

O próximo jogo da semifinal será no dia 20 de abril, em Toledo. O Atlético-PR pode perder por até um gol de diferença que garante vaga nas finais.



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