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15 maio 2008 - 14h19

Questão de honra

Desde a final da Libertadores de 2005, em que o “São Paulo C**zão fugiu do caldeirão”, eu odeio o referido clube. Abomino, com todas as minhas forças.

Na minha “escala de ódio” os bambis ocupam o segundo lugar, colados nos ervilhas.

Nessa lista há outros times que me despertam não o ódio, puro e simples, mas verdadeiro desprezo. É o caso do flumerdense e do paranito. O primeiro pelo fato de sempre ser considerado time “grande” ao mesmo tempo em que sobreviveu na base das viradas de mesa. O segundo …… quem era mesmo?!? Ah, deixa prá lá. É covardia tripudiar sobre mortos ou doentes terminais.

Mas os bambis me revoltam de tal maneira que sequer consigo assistir às reportagens esportivas sobre eles. E isso piorou após as novelas Dagobambi e Jancarlos.

É só falarem neles que eu emudeço a TV.

Para mim, o SPFC é um misto de soberba, mau-caratismo, deslealdade e covardia, com uma pitada de bosta desde que o FDP – Futebolista Dagoberto Pelentier – foi para lá.

Mau-caratismo e deslealdade comprovados pela maneira como “contratam” seus jogadores, atravessando negociações já encaminhadas ou aliciando profissionais das equipes rivais.

Soberba que marca as declarações do dirigente Marco Aurélio Cunha (aquele que parece o Mario Bros.) e os cervídeos-torcedores, vomitando apologias ao estádio do Morumbi e à administração profissional do clube, como se fossem os melhores do Brasil.

Fico indignado, também, com o comportamento da imprensa em relação à bambilândia. Salvo raras exceções (Juca Kfouri e PVC, por exemplo), os jornalistas fazem vistas grossas em relação ao aliciamento de jogadores e à falta de segurança do Morumbi.

Não preciso nem falar da mudança de tom da imprensa ao abordar a administração do Atlético e a Arena da Baixada. Inveja ou má-fé, o fato é que desdenham do nosso Estádio e comparam Petraglia a Eurico Miranda.

Não sei se os jogadores do elenco atual do Furacão têm noção do que foi a final da Libertadores de 2005 para o Clube Atlético Paranaense. Também não sei quantos deles jogaram aquela partida em que Fabrício quase foi amputado ao dar uma “caneta” num bambi.

Apenas gostaria que Alan Bahia e os jogadores que estavam nas categorias de base àquela época impusessem ao restante do time a vitória do próximo jogo como uma questão de honra.



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