4 jun 2009 - 18h16

Ao longo da carreira, Baier mudou de nome e posição

O meia Paulo Baier, novo reforço do Atlético para o Campeonato Brasileiro, tem uma trajetória curiosa no futebol. Há 14 anos, quando iniciou sua carreira, ele atuava em outra posição e tinha outro nome. Era chamado de Paulo César e jogava na lateral-direita. Foi assim que se profissionalizou no Esporte Clube São Luiz, de Ijuí, sua cidade natal.

Em 1997, transferiu-se para o Criciúma e jogando pelo time catarinense atraiu a atenção de equipes da elite do futebol brasileiro. Assim, foi parar no Botafogo. Paulo não conseguiu se firmar, mas ainda teve chance de atuar pelo Atlético Mineiro e pelo Vasco, sempre na lateral-direita e aparecendo como "Paulo César" nas fichas técnicas dos jogos.

Pelo Vasco, disputou apenas 18 jogos e marcou apenas dois gols. Foi reserva de Paulo Miranda e Maricá. Com o término do contrato com o Vasco no final do ano, parecia ter perdido a grande chance de brilhar no futebol brasileiro. Retornou ao Criciúma, o que, aos 28 anos, parecia um retrocesso.

Mas foi com a camisa do Tigre que ele voltou a brilhar e ressurgiu. Passou a ser chamado de Paulo César Baier até virar definitivamente Paulo Baier. Fez gols, destacou-se e foi negociado com o Goiás. Pelo clube goiano, atingiu o reconhecimento nacional. Passou a jogar no meio-campo e a fazer gols. Virou o principal jogador do time e ganhou a Bola de Prata da Revista Placar em 2004. No ano seguinte, foi artilheiro do Campeonato Goiano.

As boas partidas chamaram a atenção do Palmeiras e jogou no clube paulista as temporadas de 2006 e 2007. Mesmo tendo indo bem, optou por voltar ao Goiás, clube pelo qual disputou 204 jogos e marcou 79 gols. No início deste ano, definitivamente como meio-campista, foi o principal reforço do Sport para a Libertadores.

Agora, chega ao Atlético para ajudar a recuperar o clube no Campeonato Brasileiro 2009.



Últimas Notícias

Libertadores

É bom rever você, Walter!

Foram necessários apenas oito minutos em campo contra o Jorge Wilstermann e um único chute a gol para uma história ser coroada com choro, abraços…

Fala, Atleticano

Foi épico

Assim, como o jogo de Santiago contra a Universidad Católica, estará para sempre na memória de qualquer atlheticano… O que aconteceu ontem na Bolívia, também..…