3 out 2009 - 21h06

Para Lopes, atuação atleticana foi quase perfeita

O técnico Antonio Lopes não poupou elogios aos seus comandados depois da vitória sobre o Corinthians por 3 a 1 na noite deste sábado no Estádio do Pacaembu. O comandante ressaltou que os atletas cumpriram o combinado durante os treinamentos e se empenharam muito durante toda a partida. “Os gols saíram de jogadas que já tínhamos treinado”, revelou o Delegado.

A estratégia de Lopes foi de segurar os laterais, Nei e Márcio Azevedo, para impedir o avanço dos pontas corinthianos, Jorge Henrique e Dentinho. Para compensar a ausência ofensiva dos laterais atleticanos, Lopes pediu para Wallyson e Wesley atuarem bem abertos. A ideia deu certo e os três gols foram construídos em jogadas na ponta-direita.

“Foi uma bela apresentação diante de um grande time. O Corinthians é uma equipe excepcional, montada há bastante tempo e perdeu só três jogadores. Os jogadores que entraram são bons jogadores. O Atlético fez uma boa partida porque para ganhar do Corinthians no Pacaembu tem de fazer uma boa partida”, observou o treinador.

Na opinião dele, o grande trunfo atleticano foi o trio ofensivo Marcinho, Wallyson e Wesley. “O time teve velocidade, as entradas do Wallyson, do Wesley e do Marcinho foram a nossa grande arma, saindo em alta velocidade. O sistema defensivo foi muito bem. O gringo marcou muito bem, o Rafael fez uma partida quase perfeita. Em futebol não existe perfeição, mas a atuação do Atlético foi quase perfeita, senão não iria conseguir uma vencer uma equipe como a do Corinthians”, acrescentou.

Força psicológica

Antonio Lopes declarou que a vitória diante do Corinthians será importante como motivação para os próximos jogos. “Uma vitória, quer seja em casa ou fora, sempre representa muito para o grupo, em termos psicológicos. A equipe ganha mais confiança, começa a acreditar que pode vencer fora. A apresentação diante do Palmeiras, mesmo tendo perdido, acrescentou muito em termos psicológicos. A equipe viu que tem condições de jogar de igual para igual com qualquer equipe. Agora, os jogadores vão se certificar mais que têm condições de vencer qualquer time fora de casa”, disse o técnico.

Marcação em Ronaldo

O treinador rubro-negro contou ainda que conversou com os zagueiros Manoel e Rhodolfo e os orientou a marcar Ronaldo, que já foi seu jogador. “Eu disse que eles tinham de ter toda atenção com o Ronaldo, que às vezes finge que está mortão ali na frente para iludir os zagueiros. O Ronaldo é malandro, ele sempre se coloca entre os dois zagueiros. Eu disse para o Rhodolfo e o Manoel não deixaram ele se posicionar assim e os volantes também tinham a incumbência de ficar à frente para tomar a bola do Ronaldo, porque ele tem um corpo avantajado. Ele é um cara que desequilibra, é fenômeno, e a gente não podia dar boa vida a ele”, finalizou.



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