10 out 2009 - 20h52

Árbitro mais uma vez erra contra o Furacão no Beira-Rio

No meio do caminho, tinha Luís Antônio Silva Santos. Esse é o sentimento do torcedor atleticano após o empate em 1 a 1 contra o Internacional, neste sábado, no Beira-Rio. Um empate fruto da influência direta da arbitragem do carioca Luís Antônio Silva Santos. E a reclamação do torcedor ganha maior força pelo histórico do árbitro em jogos do Atlético contra o colorado gaúcho em Porto Alegre.

No jogo deste sábado, aos 31 minutos, o atacante Patrick sofreu um pênalti claro do zagueiro Índio, na entrada da área, infração que passou batida pelo apitador. Naquele momento do jogo, a partida ainda estava empatada em 0 a 0 e, minutos depois, Patrick marcou o gol que abriu o marcador ao Atlético. Mas, no final da partida, o Internacional empatou, com Alecsandro.

Erros costumeiros

Mas errar contra o Furacão, no Beira-Rio, não é novidade para o árbitro Luís Antônio Silva Santos. Em 2007, em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro, ele teve influencia direta na vitória colorada por 1 a 0, com a marcação de um pênalti absurdo – num lance que sequer foi falta e muito menos dentro da área. Aos 45 minutos da etapa final, Erandir disputou bola com Jonas fora da área. Luís Antônio alegou falta do volante atleticano e, pior, assumiu que o lance ocorreu dentro da grande área. Alex converteu a penalidade e o Rubro-Negro perdeu a partida por 1 a 0.

Pelo lance errado e absurdo, o árbitro inclusive ficou suspenso por algumas rodadas no Brasileiro 2007. Mas, infelizmente, este ano reencontrou o Atlético num jogo no Beira-Rio e retornou a sua rotina de erros decisivos contra o Furacão.



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