4 abr 2012 - 9h19

Criciúma: defesa insegura e meio-campo compacto

O Criciúma, adversário do Atlético na noite de quinta-feira, atua, desde o início da temporada, na formação tática 4-4-2, com três volantes e um meia de armação (ou seja, um 4-3-1-2). Na frente, um atacante de lado – Gilmar, ex-Avaí, deve estrear pelo Tigre – e um típico centroavante – Zé Carlos, artilheiro do time com 11 gols.

O goleiro Andrey, com passagem pelo Furacão, é regular, mas tem números ruins no ano: 21 gols sofridos em 15 partidas. A média de 1,4 se deve muito à primeira linha de quatro, formada pelo lateral-direita Fabinho Capixaba, pelos zagueiros Nirley e Anderson Conceição e pelo lateral-esquerda João Paulo. Com falhas constantes, eles não passam segurança à torcida do Criciúma.

Para tentar melhorar os números defensivos, o técnico Sílvio Criciúma recua, quando o adversário tem a bola, o volante Itaqui, ex-Paraná, para a função de zagueiro pelo lado esquerdo. O camisa 5 Jackson, pelo centro, e o volante Rodrigo Lindoso, pela direita, completam o trio de proteção à zaga. Dos três, o último é quem tem mais liberdade para avançar.

O camisa 7 Rodrigo Lindoso se junta ao trio ofensivo do Tigre, com André Gava (ou Lucca) na criação e Gilmar e Zé Carlos no ataque. Os três primeiros devem se movimentar bastante e procurar o centroavante para concluir as jogadas.

Criciúma joga no 4-3-1-2; quando atacado, Itaqui recua para a zaga [imagem: FURACAO.COM]


Pela insegurança da defesa, os laterais avançam pouco. No primeiro tempo da vitória por 2 a 0 sobre o Madureira, por exemplo, Fabinho Capixaba e João Paulo não passaram do meio-campo. Por outro lado, um ponto forte da equipe de Sílvio Criciúma é a bola parada, tanto nos escanteios quanto nas cobranças de falta. Destaque também para a velocidade do Tigre nos contra-ataques e para a cobertura do volante Jackson, incansável no meio-campo catarinense.



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