25 ago 2012 - 18h25

Drubscky: “Está longe de ser a partida que a gente deseja”

O técnico Ricardo Drubscky comemorou muito a vitória do Atlético sobre o Paraná Clube por 2 a 1 no Estádio da Vila Capanema. Logo que o jogo acabou, ele abraçou seus auxiliares e alguns jogadores que estavam no banco de reservas. Foi a quarta vitória consecutiva da equipe sob o comando de Drubscky nesta segunda passagem no comando técnico.

Apesar disso, o treinador rejeitou as afirmações de que a equipe fez um jogo próximo da perfeição. “Eu não vou classificar essa partida como perfeita. Nós recuamos, demos terreno para o Paraná e sofremos um pouco. Está longe de ser a partida que a gente deseja, porque a que gente deseja tem que estar no controle o tempo todo”, declarou.

Analisando o jogo, ele disse que o Atlético perdeu muitas chances para fazer o terceiro gol e assegurar a vitória de maneira mais tranquila. “Você teve a oportunidade de fazer gols no primeiro tempo e não fez. Estava fechando com 2 a 0 e sofre um gol nos últimos 30 segundos. Então, sem dúvida a falta de gols nos deixa preocupados. Mas a gente sabe também que é o tempo, é o trabalho, é o detalhe. No segundo tempo eu acho que nós poderíamos ter matado o jogo e nós tivemos pelo menos cinco ou seis lances de contra-ataque que se fôssemos um pouquinho mais tranquilos, teríamos matado o jogo sem sofrer até o final”, observou.

Mesmo com um discurso de cobrança, Drubscky não deixou de fazer elogios ao time. Ele gostou, por exemplo, da evolução no quesito passe e da dedicação que o grupo vem demonstrando: “Evoluiu muito. Nosso último jogo foram 736 passes, um número muito superior à média do futebol brasileiro. Aqui não tem o Ricardo, não tem os jogadores, tem um grupo que está trabalhando. São guerreiros na acepção da palavra. Essa palavra ficou um pouco vulgarizada, mas essa turma são jogadores que brigam o tempo todo e demonstram isso no jogo”.

Agora, o objetivo do Furacão fica cada vez mais definido: a entrada no grupo dos quatro melhores. Segundo Drubscky, este será o próximo passo. “Nós estamos bem vivos. Estamos com 32 pontos, que é o mínimo necessário para um time que pleiteia subir. A gente recuperou um terreno perdido nos últimos quatro jogos. Perdemos um jogador importante, que é o Paulo Baier, mas o grupo está imbuído de se superar”, concluiu.



Últimas Notícias

Libertadores

É bom rever você, Walter!

Foram necessários apenas oito minutos em campo contra o Jorge Wilstermann e um único chute a gol para uma história ser coroada com choro, abraços…