10 dez 2013 - 9h15

Presidente do STJD descarta retirar pontos do Atlético

Na noite dessa segunda-feira (09), o Vasco afirmou que entrará com recurso no Superior Tribunal de Justiça Desportivo (STJD) com a intenção de ganhar os pontos do último jogo que foi vencido pelo Atlético com uma goleada de 5 a 1. Segundo o clube carioca, a interrupção do jogo por mais de 73 minutos devido as lamentáveis cenas de pancadaria entre as torcidas desrespeita o Regulamento Geral de Competições da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que determina paralisação em partidas de no máximo 60 minutos.

Apesar disso, o presidente do STJD, Flávio Zveiter, já descartou qualquer mudança com relação à pontos na competição, analisando somente a questão da violência na partida e os responsáveis.

De acordo com o Vasco, o árbitro da partida, Ricardo Marques Ribeiro, recomeçou o jogo depois de 73 minutos de interrupção, algo que desrespeitaria regulamento da CBF, que define como limite uma interrupção de 60 minutos. Apesar disso, a tendência é que o árbitro receba punição por causa de iniciar a partida sem a presença de policiais, não se discutindo o período de interrupção, segundo entendimento feito pelo presidente do STJD.

"Não existe essa discussão, o que será analisado pelo Tribunal é a responsabilidade dos clubes, do árbitro ou de alguma das torcidas. Nada além disso", disse o presidente do STJD, Flávio Zveiter, em entrevista a Rádio Globo na noite dessa segunda, com relação a intenção do Vasco pleitear três pontos no “tapetão”. Com relação a pressão alegada pelo clube carioca em cima do árbitro para que ele reiniciasse a partida, o presidente destaca que: "Toda apuração é necessária, mas um árbitro da Fifa não pode sofrer pressão. Duas horas antes da partida ele é o único responsável, nem o presidente da CBF pode interferir. Pelas imagens que eu vi, o árbitro não poderia ter começado a partida sem a presença da Polícia Militar e apenas com 90 seguranças", finalizou.

Com informações da Rádio Globo e Gazeta Esportiva



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