8 fev 2014 - 0h38

Corrida contra o tempo

Fazer quatro meses em dois. Essa é a fórmula necessária ao Atlético para colocar o cronograma de obras da Arena em dia na corrida contra o tempo para manter a cidade de Curitiba como uma das sedes para a Copa do Mundo. Daqui a exatos 10 dias, em 18 de fevereiro, o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, fará a avaliação definitiva para dar a resposta final sobre a permanência ou não da cidade como uma das sedes da Copa. E para o resultado ser positivo, a fórmula é bastante conhecida: evoluir no andamento das obras da Arena da Baixada.

Uma prévia de que o caminho está sendo bem traçado foi dada esta semana, após a visita do consultor de estádios da Fifa, Charles Botta, na quinta-feira (06). Apesar de não ter falado com a imprensa, ele informou aos integrantes do Comitê Organizados Local (COL) que a evolução é nítida. “Ele sentiu uma boa evolução em relação à última visita, mas entende que precisa de um reforço no efetivo para acelerar o ritmo", explicou o secretário municipal para a Copa, Reginaldo Cordeiro, que participou da comitiva.

Fachada do estádio ainda precisa evoluir [foto: divulgação]


Entre os pedidos feitos está o aumento no efetivo de homens trabalhando na obra – hoje em torno de 1.200 operários, e a constituição do terceiro turno. O Atlético informou que 40% do efetivo já foi ampliado desde a última visita oficial da Fifa, no fim de janeiro.

Como consequência imediata está a evolução em várias áreas do estádio, com o plantio do gramado, avanços na cobertura e instalação de cadeiras. Trabalhos que renderam elogios do ministro do Esporte, Aldo Rebelo. “Naquilo que dá para se notar a olho nu, já é importante a evolução da cobertura. Toda a grama já foi plantada. Agora o que falta são obras de acabamento. Não há obra estruturante por fazer. O que ainda precisa ser feito dá para ser concluído a partir da intensificação de mão de obra”, informou o ministro.

Ministro elogiou avanços nas obras na Arena [foto: divulgação]


Um ponto que ainda precisa ser definido nessa corrida contra o tempo é a verba necessária para a finalização das obras – segundo levantamento da comissão que analisa as obras do estádio, o dinheiro existente atualmente deve acabar no final deste mês, e não é o suficiente para a conclusão das obras. Uma solução pode começar a se desenhar no início da próxima semana, com o pedido do governo do estado para um financiamento junto ao BNDES de R$ 65 milhões. Estima-se que o custo final da Arena seja de R$ 326,7 milhões, valor que o presidente do clube, Mario Celso Petraglia, faz questão de ressaltar: é o estádio mais barato da Copa 2014.



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