25 fev 2014 - 0h24

Adriano tem bom retrospecto contra argentinos

O Atlético entra em campo nesta terça-feira (25) para enfrentar seu principal adversário no grupo, o Vélez, na casa do rival. Além de ser um jogo fundamental para a classificação rubro-negra na Libertadores, o confronto pode ser marcado como o 12º contra argentinos para o atacante Adriano, que deve começar a partida no banco, num retrospecto que inclui jogos pela seleção e clubes.

O Imperador enfrentou seis vezes equipes argentinas, inclusive o Vélez, com a camisa do Flamengo. Já contra a seleção foram cinco jogos. No geral, são 11 jogos, com quatro vitórias, três empates e quatro derrotas.

O jogo mais marcante para os brasileiros, com participação fundamental do Imperador, foi na final da Copa América de 2004. O jogo estava empatado em 1 a 1, quando, aos 43 minutos do segundo tempo, Delgado desempatou o jogo e deu a impressão que o título iria para o país vizinho. Mas quando tudo parecia perdido, no último lance da partida, a bola caiu no pé esquerdo de Adriano, que fuzilou a rede e levou a decisão para os pênaltis. Abalados psicologicamente, os argentinos perderam duas cobranças, e o Brasil ficou com o título, graças ao Imperador, que se mostrou para o Mundo como um grande atacante.

No ano seguinte, o clássico voltaria a acontecer pelas Eliminatórias. Os argentinos se deram bem e venceram o jogo por 3 a 1. Alguns meses depois, Brasil e Argentina voltariam a se enfrentar em mais uma final, dessa vez a da Copa das Confederações. E nem precisou de muito tempo de jogo para Adriano mostrar que final contra os Hermanos é com ele mesmo. Logo aos dez minutos, o Imperador soltou a bomba de perna esquerda e abriu o marcador. Kaká e Ronaldinho ampliaram. Adriano fez o último, após uma troca de bola de mais de um minuto pela seleção, com a participação de todos os jogadores em campo, que terminou na cabeça do Imperador. O jogo acabou em 4 a 1 e a taça veio para o Brasil.

Adriano enfrentou a seleção argentina duas vezes pelas Eliminatórias para a Copa de 2010. No empate em 0 a 0 no Mineirão, em 2008, e na vitória por 3 a 1 em Rosário. Não marcou nenhum gol e, na Argentina, começou o jogo no banco.

Clubes

A primeira competição continental de Adriano foi a Copa Mercosul em 2000, quando defendia o Flamengo. Na fase de grupos, River Plate e Vélez já eram adversários. A estreia foi contra os Millionarios na Argentina, com derrota por 2 a 1. No Rio de Janeiro, o jogo acabou empatado em 0 a 0.

Já contra o próximo adversário do Furacão, Adriano foi uma das peças fundamentais para o empate em 1 a 1 em Buenos Aires. No Maracanã, o rubro-negro carioca venceu por 2 a 0, e Adriano fez o seu primeiro gol contra argentinos.

Nas quartas de final, o Flamengo voltou a enfrentar o River Plate, sendo eliminado com duas derrotas: 2 a 1 no Maracanã e 4 a 3 no Monumental de Nuñez, sem gols do Imperador.

No ano seguinte, o Flamengo voltou a enfrentar uma equipe argentina na fase grupos da competição, mas Adriano jogou apenas uma partida do torneio e depois se transferiu para a Itália.

Repercussão argentina sobre a chegada de Adriano

Quando assinou contrato com o Furacão, há duas semanas, o jornal Olé, principal veículo esportivo do país, destacou a contratação de Adriano, como um reforço de peso e fez um alerta. “Certamente devemos ter cuidado com ele, apesar de ter alguns quilos a mais, pode complicar a vida dos defensores adversários”, pensando no Vélez, que enfrentará o Atlético duas vezes na competição.



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