14 mar 2015 - 21h00

Torcida protestou muito no segundo tempo

A torcida atleticana tentou. Mesmo vendo um time que não produzia quase nada dentro de campo, o público presente na Arena da Baixada nas últimas partidas procurou reservar as vaias e cobranças para após o apito final, apoiando a equipe durante o jogo. Mas neste sábado (14), a paciência acabou.

O Atlético entrou em campo bastante alterado para encarar o Maringá, tentando vencer para reagir no Campeonato Paranaense e buscar uma vaga na próxima fase. E no começo, até que foi bem, mostrou boa movimentação e saiu na frente com gol de pênalti de Cléo. Mas logo sofreu o empate e se perdeu, passando a ser dominado pela equipe interiorana que não teve dificuldades para virar o jogo e decretar mais uma derrota atleticana dentro de casa.

Com o resultado adverso, a torcida que já estava apreensiva perdeu a compostura quando, aos 16 minutos da segunda etapa, Claudinei Oliveira tirou Marcos Guilherme para promover a entrada de Edigar Junio. O ato foi imediatamente vaiado pelos torcedores, que gritaram "BURRO! BURRO! BURRO!" das arquibancadas.

Mas a reclamação não se limitou à atuação do técnico. O presidente Mario Celso Petraglia e o atacante Cléo também foram xingados pela torcida, que em determinado momento virou de costas para o gramado e começou a cantar o hino do Clube.

Com mais um revés no Paranaense, o Atlético caiu para a 9ª colocação, correndo o risco de perder mais uma após o final da rodada. A possibilidade do Rubro-Negro disputar o “torneio da norte” é premente e só um milagre é capaz de fazer o time se classificar para a próxima fase.



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