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13 nov 2015 - 8h15

O verdadeiro campeão de 85

A década de 80 já estava “Escrito nas estrelas” como dizia a musica de Tetê Spindola, grande sucesso da época que seria Rubro Negra, mas como toda grande e longa história de uma década e cincos grandes títulos, algumas pedra no caminho apareceriam. O sonho do Tri 82/83/84 foi adiado, em 1984 com contratações que não renderam o esperado como Marião, Carlos Henrique, Vander, Lambari, Ernani, Cesar e outros mais, e o Furacão não chegou ao titulo e teve o seu primeiro semestre de 1985 comprometido. Como naqueles anos somente o campeão e vice do estadual paranaense tinham calendário, então restou ao Atlético emprestar boa parte dos jogadores ( Jorge Luís, Capitão, Renato Sá e Ernani) e a Baixada ao Pinheiros, a venda improvável de Rafael para o coxinha ocorreu e o ano começava com uma queda na auto estima e uma desconfiança, mas o grande Presidente Atleticano Walmor Zimermann não baixou a guarda, a principio trouxe um ex goleiro consagrado no futebol sul-americano e promissor técnico de futebol, para um trabalho de longo prazo e de reformulação de um inchado elenco até que o campeonato inicia-se, o argentino José Poy para trabalhar ao lado do feiticeiro Hélio Alves.
Poy começa o trabalho em janeiro, tentando fazer uma reestruturação e aproveitar a base e antigas promessas e com uma grande responsabilidade, achar um substituto para Rafael. Logo que o ano de 84 termina com os 4 de Curitiba num quadrangular e com o Pinheiros se consagrando o campeão, o Atlético se torna um balcão de negócios, com bons jogadores vários clubes procuram a diretoria do Furacão para fazer transações. Alguns a diretoria não queria se desfazer de jeito nenhum caso dos jogadores que foram emprestados ao Pinheiros, outros que não renderam ou sem identidade com o time saíram sem deixar saudades casos de João Luis, o Plus Size Marião, Mossoró, Paulinho, Cesar, Amauri, Binga etc. Outros ficaram para treinar e ganhar mais ritmo como Nenê junto com a base e com as promessas e um caso especial era o do goleiro. O ex goleiro se enquadrava no primeiro caso de atletas que o Atlético queria emprestar tendo o seu retorno para o estadual. Então apareceu o coxinha pedindo o seu empréstimo e a direção não queria emprestar Rafael para o coxinha dando a seguinte desculpa que para um time da capital o Rafael só sairia se fosse vendido pois as propostas por ele eram grandes. Então o coxinha peitou e comprou Rafael, ficou pagando ORTNs se não por mais de 2 anos. A missão de Poy era justamente esta, além de ser o técnico, a sua experiência de ser um ex goleiro ídolo do São Paulo, era a de garimpar e achar um goleiro ídolo para substituir Rafael na meta Atleticana.

Chega fevereiro, começa a preparação. Uma peneira praticamente é realizada com mais de 30 jogadores profissionais e no gol somente Joceli e Orlando treinavam com Bugrão, o primeiro treinador de goleiros do Clube Atlético Paranaense. Juniores compõem o elenco, mas somente Marcão jogou algumas vezes, porém viria uma safra à frente jamais vista na história do Furacão 86/87( Adilson, Pedrinho, Roberto Cavalo, Wilson, Odemilson, Jefferson Kramer, Luis Carlos Oliveira, Haroldo, Cambé etc) e a recuperação do futebol de Jeferson geração 82, agora como falso ponta direita. Chega então o dia em que Poy vai às rádios e anuncia que o goleiro do Atlético será um estrangeiro e que esta chegando mas não diz quem será, de imediato pela cabeça da nação rubro negra que estaria chegando Fillol ou Rodolfo Rodríguez mas dias seguintes a diretoria revela o nome. Era um gringo, não era muito alto, não me lembro o seu nome e nem sua nacionalidade que treinou durante uns 2 meses até a sua estreia em maio. Neste período o Atlético com este mistão fazia a sua reformulação e jogava amistosos contra o Taubaté, Irati,Patos sempre com Joceli no gol até que em maio num torneio chamado Mauricio Fruet em que convidaram o Fluminense, ( e com este nome quem tinha que ganhar era o coxinha, o Furacão saiu invicto, empatou com o coxinha e venceu o Colorado),o goleiro estreou em uma quarta a noite neste ATLEtiba.Não me lembro do nome do goleiro,mas lembro do frango que ele toma, um frangasso, nunca vi tanto um goleiro falhar antes em uma partida, mas Rafael também toma um frangasso, foi o ATLEtiba dos frangos e o jogo acabou empatado (1×1). Contra o Colorado já não mais a Sele Boca o Furacão vence por 2×0 com Joceli no gol, o gringo é dispensados dias depois e Marolla vem na sequencia para fazer a sua história no Atlético.

O elenco vai se moldando e os reforços vão chegando, Os campeoníssimos Cristovão, Sotter , Detti e Sergio Moura voltam ao Atlético. Os jogadores emprestados ao Pinheiros retornam com baixas e uma novidade, o querido Jorge Luís é vendido para a Portuguesa e Capitão resolve voltar para o interior de São Paulo mais em compensação para não perder tempo Camargo e adquirido junto ao Pinheiros, Ernani e Renato Sá voltam voando baixo e Amauri e Júlio Cesar o ‘Uri Geller’ são contratados, assim o Furacão vai se formando.

Um turno antes do turno e um campeonato no meio do campeonato, este foi o primeiro semestre de 85, com a disputa das eliminatórias da Copa da Mundo em uma só época, houve uma paralização do campeonato e os campeonatos se misturaram e os times também o que ocasionou uma final do brasileiro no mínimo estranha com o coxinha x Bangu com o time paranaense sendo o campeão com um saldo de gols negativo. (Único Campeão no mundo que existe que sofreu mais gols do que fez) mas ainda bem que existe o Atlético para fazer justiça e por tudo em seu devido lugar. Começa o paranaense fragmentado em 3 ( Capital, Norte,Oeste) com disputas regionais dando 1 ponte de bônus para o turno aos vencedores. Na capital o primeiro jogo foi um ATLEtiba e não deu outra Joel o Carrasco dos coxas fez o gol depois de muito tempo de recuperação no DM, olha o time se montando com novidades, experiência e juventude e veja como estava escalado o adversário : ATLÉTICO : Marolla, Sotter, Amauri, Nenê (Ivair) e Sérgio Moura; Beto, Cristóvão e Nivaldo; Camargo, Joel e Renato Sá. Tec José Poy . Coxinha : Rafael, André, Gomes, Heraldo e Zé Carlos; Almir, Tobi e Marco Aurélio; Lela, Índio e Edson. Tec Enio Andrade, praticamente o mesmo time que empataria com o Bangu alguns dias à frente. O mini campeonato é paralisado e os amistosos retornam e para afiar a pontaria o Furacão faz 12 gols na Seleção de Morretes.

Inicia o campeonato de verdade (os 2 turnos com todos contra todos) e o ano de 85 pra valer, mais alguns reforços chegaram, uma nova versão do Casal 20 “Dicão e Agnaldo”, mais um desafio para o Furacão provar que era o melhor de verdade e que a década de 80 era rubro negra e que o Atlético seria o Campeão dos campeões, no estado do campeão nacional o Atlético seria o campeão, o jogo das faixas lá no fim do ano só viria a comprovar o prenuncio. Uma mudança técnica ocorre, Walmor Zimermann com toda a sua experiência sente a necessidade de uma troca no comando da equipe, apesar de considerar o trabalho do argentino José Poy muito bom, o Furacão não rende o esperado no inicio do campeonato e o dirigente não hesita e faz uma mudança, trás para o Atlético o gaúcho Otacílio Gonçalves. Com Otacílio no comando a equipe embala e vence Pinheiros (0x1), Matsubara (1×0), União Bandeirante (2×0), Colorado (0x2) e chega o ATLEtiba.

-La vai Jefferson com a bola chega para ingressar na grande área Heraldo vem e divide é Penalty. auauaauauauauauauauauau, marca Afonso Vitor de Oliveira corretamente. Quem é que vai para a cobrança é Cristovão. Autorizado pelo arbitro correu perigo atenção e GGGGGGOOOOOOOOOOLLLLLLLLLLL, “ é GOL que felicidade é GOL o meu time é a alegria da cidade” Bonito Cristóvão, Alegria Alegria Alegria Alegria do meu povão Rubro Negro de penalidade máxima Cristovão Cristovão é o nome dele, aos 32 minutos passados tempo primeiro de partida coloca inapelavelmente a primeira bola do Atlético lá dentro da cidadela de Rafael e você goleiro que nada pode fazer nesta, e agora se quiser vá buscar lá no fundo do BAÚ. 1X0 – A bola corre solta no gramado o Atlético trabalha pelo setor de extrema direita vai tentando entregar curtinho para Dicão, Dicão ficou no gramado mesmo assim limpou o lance pela direita com Marcão vai se enfiado na cara do gol Agnaldo dominou pra lá e pra cá vai marcar preparou disparou AAAAATTTTTLLLLLEEEEETTTTTIIIIICCCCCCOOOOO,” é GOL GOL que felicidade é GOL o meu time é a alegria da cidade” bonito Agnaldo Alegria Alegria Alegria Alegria do meu povão rubro negro, estremece este gigante de cimento armado um gol de craque um golaço um golaço, Agnaldo, Agnaldo, Agnaldo é o nome dele aos 17 minutos passado tempo final de partida coloca inapelavelmente um golaço, a segunda bola do Atlético lá dentro da cidadela de Rafael e você goleiro se quiser vá buscar lá no fundo da rede. (2X1)
Esta vitória foi importantíssima, o coxinha era o líder, depois da conquista esdruxula estava invicto no paranaense e descansado liderando o campeonato 1 ponto a frente do Atlético, se vencesse seria virtualmente o campeão do primeiro turno e se empatasse continuaria líder mas a vitória rubro negra não só colocou o Furacão na frente do campeonato faltando 2 rodadas para o fim do turno como quebrou uma invencibilidade, a auto estima voltou e o sangue voltou a ferver nas veias dos atleticanos. Walmor Zimermann dizia “Agora já não há mais campeão do Brasil, estamos todos no mesmo barco” e feliz pagava uma premiação aos jogadores de 1 milhão de cruzeiros para cada atleta. E as manchetes nacionais eram as seguintes, ‘ O grande Coritiba cai na real’. Atlético Paranaense Campeão do Primeiro Turno de 1985.

Inicia o segundo turno, e sem o começo claudicante do primeiro o rubro negro passeava, era um Furashow, mas para dar uma apimentada na conquista e acredito que no intimo uma cutucada no coxinha e para provar a si mesmo que podia passar por cima na hora que quisesse, o Furacão perde para o Colorado, embola a liderança e se vê obrigado a vencer os três últimos jogos. Hélio Alves o Feiticeiro entra imediatamente no vestiário após a derrota inexplicável para o Colorado e chama os jogadores de frouxos, time frouxo não pode ser campeão, mas os 3 últimos jogos eram Coxinha, Apucarana e Londrina. Aquela derrota serviu de apetite para derrotar o coxinha mais uma vez e chega o ATLEtiba
-03 de novembro, ATLEtiba com muita chuva – ….. a bola continua correndo no gramado o Atlético carrega, bola é cruzada por Sergio Moura com perigo Dicão fechou vai sair o gol com Renato Sá preparou disparou AAAAAATTTTTTLLLLLLEEEEEEETTTTTTIIIIICCCCOOOOO, é gol, que felicidade, é gol o meu time é alegria da cidade, bonito Renato Sá, Alegria Alegria Alegria Alegria, estremece este gigante de cimento armado Renato Sá é o nome dele, aos 34 minutos passado do primeiro tempo coloca inapelavelmente a primeira bola do Atlético lá dentro da cidadela de Rafael e você goleiro que nada pode fazer se quiser vai buscar lá no fundo da rede- 1×0. Nós vestiários Cristovão que já se devia se imaginar técnico de futebol, como jogador comentava com Renato Sá ‘ Viu como é bom sempre treinar com a perna ruim, eu sempre dizia para ele treinar com a direita após os treinos e ainda bem que ele acertou este chute hoje com a direita’. O Atlético vai a Apucarana, empata a tabela colabora e leva sorte duplamente, porque os adversários diretos também empataram e porque o ônibus que estava saindo de Apucarana para Londrina estava para ser depredado por vândalos e bandidos e não tinha policiamento em Apucarana , muito sufoco e apreensão dentro do ônibus jogadores assustados todos jogados no piso do ônibus, foi então que o goleiro Joceli entrou em ação, sacou de sua mochila um 38 cano curto e disparou 6 tiros de um janela quebrada em direção aos baderneiros que recuaram e o ônibus conseguiu disparar a toda velocidade em direçaõ até Londrina. Assim o Furacão manteve a vantagem e então era só decidir em casa, ser campeão direto como em 82, e na Baixada, desde 1943 o Atlético não era Campeão na Baixada, manter a hegemonia da década de 80, mostrar quem era o campeão de fato na terra do campeão nacional e dar um até breve, numa despedida simbólica no querido Joaquim Américo.

10/11/1985, que festa sensacional, papel picado por todos os lados, baterias de foguetes, rolos de papéis higiênicos, bandeiras de todos os tamanhos, atleticanos de todas as idades e o primeiro gol foi assim; O Atlético vai embora para o Ataque dominou Sergio Moura entregando curtinha para Dicão arrumou boa bola, para, perigo na grande área fez o breque chuchuverorou com perigo na grande área Renato Sá , Agnaldo disparo AAAAAATTTTTTTLLLLLLLEEEEETTTTTIIIIIIICCCCCCOOOOO, ‘ é gol que felicidade, é gol o meu time é a alegria da cidade’ bonito Agnaldo, Alegria Alegria Alegria Alegria do meu povão rubro negro, estremece o Joaquim Américo, braços erguidos ao céus, freneticamente estão agitadas as bandeiras, sorri o povo rubro negro, o banco invade o gramado para abraçar Agnaldo uma festa incrível começa a pintar de vermelho e preto o titulo para o campeão paranaense de 1985, Agnaldo Agnaldo Agnaldo é o nome dele aos 17 minutos passados do primeiro tempo coloca inapelavelmente a primeira bola para o Atlético la dentro da cidadela de Zetti e você goleiro se quiser vá buscar lá no fundo da rede. (1×0) – Camargo vai chuchuverar na área correu bateu, falhou Zetti vai sair o gol, AAAAATTTTTTTLLLLLLLLLEEEEEEETTTTTTTIIIICCCCCCCOOOOOOOOOOO, é gol que felicidade é gol o meu time é a alegria da cidade, bonito Agnaldo,Alegria Alegria Alegria Alegria é Campeão é Campeão é Campeão milhares de torcedores gritando isto, um espetáculo de arrebentar corações, um espetáculo de arrepiar qualquer falta de sensibilidade, um golaço Agnaldo a estrela rubro-negra, subiu exatamente aos 3.30’ para conferir de cabeça o segundo gol do Atlético, é o gol do titulo o Atlético já começa a se consagrar campeão de 1985, freneticamente são agitadas as bandeiras, os braços são erguidos aos céus, o torcedor cola no seu ouvido o radinho da Clube e continua emocionado, vibrando com o segundo gol do Atlético é festa rubro negra, o titulo vai sendo pintado nas cores vermelha e preta do Atlético, o Atlético vai se transformando com graça com amor e raça no grande campeão de 85, Agnaldo, Agnaldo faz a festa Rubro negra. (2×0) – 7:30’ passados é tempo final de partida, o Atlético faz a festa aqui no Joaquim Américo, Agnaldo recebeu de Renato Sá entregou para Dicão fintou o primeiro, fintou o segundo, preparou disparou……, AAAAAATTTTTTLLLLLLLLLLEEEEEEEEEEETTTTTTTTTIIIIICCCOOOOOOO ‘é gol que felicidade é gol o meu time é a alegria da cidade’ bonito Dicão, Alegria Alegria Alegria Alegria do meu povão rubro negro, braços erguidos ao céu, explode de alegria o coração rubro negro, a torcida não se aguenta de contentamento, um golaço, gol de craque gol de presença gol de toque bola de pé pra pé, Renato Sá, Agnaldo, Dicão a finta o toque fatal exatamente aos 8 passados coloca inapelavelmente a terceira bola rubro-negra lá dentro da cidadela de Zetti e você goleiro que nada pode fazer nesta se quiser vai buscar lá no fundo do baú.

Depois do Terceiro gol com a vitória e o titulo garantidos o Radio Clube narrava mais ou menos assim ; É uma grande torcida, é um povo extraordinário, é gigantesca esta gente rubro negra desafogado completamente o coração rubro negro, ninguém tira mais do Atlético do começo ao fim, do inicio até a ultima rodada ele jogou como campeão e se transforma agora no grande campeão de 1985, 3 x 0 para o Atlético em apenas 10 minutos do segundo tempo, não haverá reviravolta no placar, o destino marca irreversivelmente Atlético campeão de 1985. Uma festa sensacional, uma vitória de um presidente que se dedicou com todo o seu amor ao clube do seu coração, Walmor Zimermann, homem simples o maior dirigente do futebol do Paraná, neste campeonato de 1985 um prêmio que ele recebe de todos os torcedores rubro-negros pelo magistral trabalho realizado, o jogo só vai acabar aos 45 mais até lá nos vamos so tocar o hino do Atlético. O Estádio Joaquim Américo está pintado de vermelho e preto que está sorrindo na sua despedida oficial, o Atlético está realizando o seu sonho de ser campeão na Baixada, são craques dentro do campo, bola de pé pra pé, coração no bico da chuteira, gente vestindo com amor a camisa rubro negra, jogadores em tarde de gala, um time com graça com amor e com raça que ao longo de todo o campeonato apresentou um verdadeiro espetáculo de futebol, um show de bola, termina o jogo vai a loucura o Joaquim Américo, os jogadores se abraçam no gramado, o Presidente Walmor começa a derramar lagrimas, a torcida não se aguenta e invade o gramado, pinta o verde da grama de vermelho e preto, os jogadores são carregados os dirigentes se encontram e se abraçam os corações disparam de alegrias e esta escrito para sempre ATLETICO ATLETICO O GRANDE CAMPEÃO DE 85.

Dia 10 fez 30 anos
Narração dos gols Lomdardi Junior Radio Clube B2
Fonte de Pesquisa Revista Placar e Tribuna do Paraná.



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