21 fev 2017 - 1h05

Sallim: “Grama sintética é aprovada pela FIFA”

O presidente do Atlético, Luiz Sallim Emed, mostrou indignação com a decisão do conselho técnico do Campeonato Brasileiro em proibir o uso de grama artificial a partir da competição do ano que vem. Em entrevista à Rádio Banda B, o mandatário rubro-negro informou que o clube “não vai aceitar [essa decisão] porque a grama sintética é aprovada pela FIFA”. No início do mês, a Fifa renovou o certificado de uso da grama na Arena até 2018 (Confira: Certificado da grama sintética é renovado até 2018).

Nessa segunda-feira (20), a CBF realizou uma reunião com representantes dos 20 clubes que disputam a Série A do Brasileiro para tratar diversos pontos da competição e divulgar a tabela do campeonato. Durante a reunião, o presidente do Vasco, Eurico Miranda, informou que o clube carioca se negaria a jogar em gramados artificiais, alegando “desequilíbrio técnico”. "Em grama sintética meu time não vai jogar", afirmou o dirigente.

Vale lembrar que ano passado, quando o Atlético inaugurou a grama artificial na Arena da Baixada, o Vasco da Gama disputou a Série B do Brasileiro e, por isso, sequer atuou no estádio atleticano com o novo piso. Além disso, historicamente o Vasco tem um péssimo desempenho jogando na Arena da Baixada, mesmo na época em que o estádio atleticano tinha grama natural. Desde 2009, quando foi inaugurada a Arena, foram 12 jogos entre os dois clubes na Baixada, com sete vitórias do Furacão, quatro empates e apenas uma vitória vascaína. Entre as vitórias atleticanas, estão os expressivos placares de 7 a 2 no Brasileiro de 2005 e 6 a 4 no Brasileiro de 2006.

Após a declaração de Eurico Miranda, foi colocada em votação a proposta de jogar ou não no gramado sintético e, por 15 votos a 5, optou-se em proibir esse tipo de gramado a partir de 2018, seguindo uma sugestão da diretoria do Grêmio, tornando o campeonato deste ano como um período de transição. A decisão ainda cabe recurso e, segundo o presidente do Atlético, o clube vai brigar para reverter esse quadro.

“Não pode, no nosso entendimento, ter uma decisão nessa natureza. Temos um ano para discutir esses assuntos e não tem nenhuma vantagem técnica de jogar no gramado sintético. Isso está comprovado. Acredito que vamos conseguir mudar”, disse Sallim em entrevista à Banda B.



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