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18 out 2017 - 16h10

Falta vontade de vencer e inteligência

Intensidade é a palavra chave do técnico Fabiano, no início dos jogos dirigido por ele vi alguma intensidade, nos últimos jogos precisando do resultado o time anda em campo, não tem velocidade, e nem agride, prefere tocar a bola para trás, nesse quesito o Nikão, e Guilherme lideraram a estatísticas, isso quando o Guilherme domina a bola, parece displicente para dominar, veja o VT e diga se não é isso…??? precisa de mais vontade, é um bom jogador.

E o seu Nikão fêz alguns lances bons, várias vezes tinha tudo para atacar, o seu companheiro livre na lateral não tocava, uma vez que tocou saiu o gol,depois ele preferia tocar pro meio, numa dessa roubaram a bola e o S. Paulo empatou o jogo com colaboração do nosso bom goleiro, em fase ruim, e seu Nikão além de estar devagar no jogo parecia cansado, ainda perde a cabeça.

Mas antes se o Gedoz jogasse mais para o time tinha deixado o companheiro na frente do gol, passou livre, parecido com o 1º gol, poderia ter matado o jogo…naquele lance errado.

Qualquer bom jogador saberia que a jogada melhor era o passe e não chute errado em cima do zagueiros, o Gedoz também tem que jogar mais no certo, naquela posição da falta quando bate tirando da barreira é quase meio gol, mas ai preferiu bater no meio da barreira achando que ia abrir se deu mal, daquela altura tem que ir no mais provável.

Faz tempo que não ganhamos, não podemos ficar nas tentativas temos que optar pelas jogadas mais concretas, será que seu Fabiano passa o VT e ensina o que fazer..??? os erros se repetem o Atlético fica com posse de bola, jogo enfadonho ai perde a bola, cede o contra-ataque, veja todos os jogos perdidos principalmente na baixada.

Ai para acabar com a festa o Pavez dá aquela furada e proporciona a bola ao contra-ataque do adversário que não perde oportunidade, pouca desgraça é bobagem, isso vem se repetindo jogo a jogo.

Ainda tinha quase 10 minutos para empatar ou tentar algo melhor, mais aí é que fico analisando com a frieza e má vontade dos jogadores, tocando, tocando e tocando a bola como se tivesse ganhando o jogo e tivesse 90 minutos de jogo pra mudar o destino do jogo.

O jogo chato, esse de posse de bola, quero ver gol, queremos ter emoção da jogadas rápidas e todos se movimentando principalmente no final de jogo, perdendo e precisando do resultado.

Se os jogadores não tem vontade e nem disposição, vão fazer outra coisa.

Nos atacantes emprestados ou devolvidos todos se dando bem, mas aqui não tinha tiveram devido valor.

Será que é esse esquema? Eu tenho certeza, que esse esquema de jogar, os jogadores não estão se adaptando, parecem que o resultado do jogo é o menos importante. Nem vou comentar de outros jogadores, só comentei alguns lances para sintetizar.

Para mim faltou principalmente gana e vontade de ganhar, quando temos vontade e gana, isso supera as deficiências ou pelo menos nos conforma das escalações erradas.

Ai no final se vier a derrota, poderemos nos conformar, perderam lutando, mas não posso falar isso, veja o VT do jogo, e diga se estou errado, que jogo chato sem emoção e sem vibração no final do jogo sem velocidade, sem agredir e sem tentar nada o arbitro queria dar mais tempo, mais viu o maior interessado tocando a bola no meio de campo conformados com mais uma derrota, foi pro centro do campo e encerrou o jogo.

Olha, os dois times da primeira divisão de Curitiba jogando um futebol segunda, e outros dois times da segunda jogando um futebol de primeira, procurando o resultado do primeiro ao último segundo.

Essa e a triste e cruel realidade, do nosso Furacão.

Minha esperança é que mude isso contra o Vitória.



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