30 nov 2017 - 10h39

Ofensividade em baixa

Na temporada 2017 o ataque do Atlético não tem funcionado. Tanto que os principais artilheiros do time são Guilherme e Sidcley com 5 gols cada. Só a título de comparação, pelo Brasileiro os gols dos quatro maiores marcadores do clube se igualam ao que Jo do Corinthians e Henrique Dourado do Fluminense fizeram sozinhos: 18 gols cada, sendo dez dos já citados Guilherme e Sidcley, além dos 8 marcados por Thiago Heleno e Ribamar, metade de cada.

Se comparados aos jogadores de ataque a situação é ainda pior, visto que o zagueiro e o meia com 4 gols dariam lugar aos 3 gols feitos por Douglas Coutinho e os outros 3 de Felipe Gedoz. A pífia produção ofensiva do clube coincidentemente se dá desde 2014, quando o clube passou a implementar de forma efetiva o sistema de jogo baseado na manutenção da posse de bola, jogo mais horizontal e sem a característica letal de velocidade que sempre marcou o Furacão.

Em 2013, último ano sem o sistema do DIF, o Atlético fechou a temporada com 118 gols, tendo sido Vice-Campeão da Copa do Brasil, ficado em 3º lugar no Brasileiro e com o artilheiro da competição, o atacante Ederson. Desde então o clube não ultrapassou a marca dos 80 gols no ano, tendo feito 78 gols na atual temporada, 78 também em 2016, 79 em 2015 e 78 em 2014. Antes havia feito 131 em 2012 e mesmo na fracassada campanha do rebaixamento em 2011 o clube fez 99 gols durante a temporada.

No Brasileirão 2017 o Atlético não marcou nenhum gol em 15 das 37 partidas e chegou a ficar 3 jogos seguidos sem balançar as redes entre a 31ª e 33ª rodada.



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