20 mar 2019 - 23h27

Com o Furacão, só tem golaço

Numa noite de eficiência, beleza e gols na Arena da Baixada, o Athletico venceu o Operário por 3 a 0 nesta quarta-feira (20) e segue líder do Grupo A da Taça Dirceu Krüger.

Os gols do jogo foram verdadeiras pinturas: no primeiro tempo, Lucas Halter, aos 3 minutos, num belo chute de primeira; e Marquinho, aos 26 minutos, numa perfeita cobrança de falta. E na etapa final, num chute preciso de Marquinho, aos 16’.

A vitória expressiva comprova o bom momento atleticano no Estadual: são 15 gols em três jogos, 100% de aproveitamento na Taça Dirceu Krüger do Campeonato Paranaense, com 9 pontos conquistados. Na próxima rodada, o Athletico recebe o Foz, sábado (23), às 18 horas, na Arena.

“Mudamos nossa atitude. A entrada do Paulo [André] deu muito mais confiança para a gente, todo mundo está contribuindo um pouco”, resumiu o artilheiro da noite Marquinho, ao comparar o desempenho do Rubro-Negro com a primeira fase do Paranaense, quando sequer chegou à semifinal da Taça Barcímio Sicupira.

Golaços e aplausos

A partida mal tinha começado e o Furacão já mostrava eficiência. Logo aos 3 minutos, após cobrança de escanteio de Khellven, Lucas Halter acertou um belo chute de primeira para balançar as redes, num verdadeiro golaço.

Aos 25’, a chance de ampliar, com o chute de Léo Cittadini na entrada da área acertando a trave.

Um minuto depois, numa bela cobrança de falta de Marquinho, o Athletico ampliou o marcador: 2 x 0.

A melhor chance do Operário foi aos 23’, na finalização de Lucas Batatinha que exigiu boa defesa do goleiro Léo.

Ainda na etapa inicial, o Fantasma teve um jogador expulso: Léo, após falta em Vitinho, recebeu o segundo amarelo.

Ao natural, o Athletico foi controlando a partida na etapa final e ampliou o marcador aos 16’: após jogada individual de Vitinho, Marquinho bateu de primeira par fazer o terceiro golaço da noite!

No final, aos 42′, o Operário quase descontou, com a finalização de Cleyton que acertou a trave.



Últimas Notícias

Opinião

Guenta os Coxa

Foram, são e serão sempre os nossos rivais. Sim, temos que “guentar os coxas”. Hoje pode parecer fácil, mas não é. No rugby aprende-se muito…