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1 jun 2019 - 10h00

Ganhar, perder e empatar faz parte do jogo, só não podemos nos iludir

Agora um pouco mais conformado com a derrota acachapante no Monumental de Núñez, realmente faz parte do jogo, ganhar, perder ou empatar.

E porque isso é uma retórica incontestável. Primeiro porque o jogo é onze contra onze, e que o melhor preparado: físicamente, psicológicamente, com uma técnica apurada e um esquema tático quase imbatível, se poderá chegar às vitórias consagradoras.

Ontem faltou isso para o CAP lá em Buenos Aires, e tem suas justificativas. Temos realmente alguns jogadores que são destaque positivo na equipe, mas também temos jogadores que são destaques negativos, não vou nominálos por questões que já fiz em outros textos, escrevendo quem de fato merece ficar e quem de fato merece sair na minha visão de torcedor.

Não vou culpar o Tiago Nunes e nem também o repreende-lo por ter beijado a medalha de prata. Se não somos os melhores das Américas, somos os segundos melhores das Américas e vejo como se fosse uma Olímpiada, onde existe medalhas de ouro, prata e bronze.

Porque competimos pela Sulamericana, e fomos campeões, e eles pela Libertadores, e foram campeões, e a RECOPA, foi a final pela medalha de ouro. O bronze ficou para os dois vices dos dois campeonatos. Então a prata não foi assim tão ruím, lógico, poderia ser melhor, mas para isso, temos que nos preparar melhor.

E não vejo como chichê, “mais uma lição a ser aprendida”, porque na verdade, é muitas vezes nos erros que aprendemos mais que nos acertos. E por isso acho válido que o Tiago Nunes absorva isso e tire lições e não só ele, mais, o elenco e os dirigentes do CAP.

Fica a lição e um recomeço para não cometer os erros novamente. Tenho comigo que isso irá passar logo e que teremos dias mais alegres, tenho está visão, pois o que falta é pouco, são peças pontuais no elenco para aglutinar mais ainda a forma de jogar do grupo e poderemos chegar à outras conquistas pretendidas.

Ficou a dor da derrota, mas o orgulho de ser athlético, isso sempre será maior que a dor da derrota. Só para ilustrar, um coxa amigo de longa data, hoje teve seu dia de glória pela nossa derrota e me provocou que deviamos deixar de ser orgulhos e reconhecer a derrota, e eu disse a ele, “nada como um dia após o outro”, pois temos futuro no futebol e eles um futuro incerto de que até setembro deste ano se mantém, depois das palavras de seu Presidente de clube, que avisou que eles estão bem a cara de uma frase bem popular em tempos de apertos, “vender o almoço para comer a janta”, isso é o que restou para eles, confesso que fiquei triste por isso, pela história deles no futebol paranaense e brasileiro, porque nunca os vi como inimigos, mas, como adversários, e tinha que mostra a ele que estão nesta, porque mais se importaram com o CAP do que com seu próprio clube. Só que deixei claro que é cada um com sua realidade, temos lastros de recursos capitalizados em caixa e eles pelo pronunciamento de seu Presidente de clube, um deficit de receitas.

Aí ele falou da nossa dívida com a FOMENTO e eu retruquei, falando que está sendo discutida na justiça com autorização ou iniciativa do CAP para uma auditoria no contrato e verificar que tem razão o CAP ou os Órgãos Públicos. Sinceramente foi só isso que restou para eles, rir das nossas derrotas e torcer pela nossa desgraça.

Daí eu disse a ele, é melhor aprender com a derrotas como a de 1995 e ser o que é hoje, do que ficar zoando, denegrindo à imagem do adversário e achando que sempre seria o “maior” do Estado. Um infeliz fim para eles, foi o que realmente restou a eles, foi o que observei depois de hoje.

Que isso também nos sirva de lição. Só conseguiremos ser sempre vanguarda e grandes no futebol se aprendermos com os nossos erros e derrotas e somente nos importar com nós.

Até a próxima Rive Plate, e garanto que a história será outra. E que venha o Boca Jr, pois o jogo em Buenos Aires, ficou engasgado na garganta dos athéticanos.



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