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5 set 2019 - 14h44

O que é imortal?

Quem acreditou, não pagou pela soberba. A final que a imprensa gaúcha tanto sonhava foi dissolvida em cinzas e lágrimas; pelo menos para o lado tricolor do Rio Grande. Ontem, a Arena fez jus à alcunha de Caldeirão, numa missão quase impossível onde o bafo quente que emanava das arquibancadas incomodava a esquadra de Renato Gaúcho. Com todo respeito, mas ontem massacramos e matamos o Imortal.

Desde o começo, os jogadores mostraram estar comprometidos e acreditando que era possível. Mesmo após o provável pênalti de Wellington, não confirmado, o time continuou insistentemente a procura do famoso “gol pra incendiar”. E ele veio. Pelos pés de Rony, belo passe para Bruno Guimarães, que acertou o travessão e no rebote, lá estava Nikão para marcar. Explosão na Arena. Mas, faltava um.

Veio o segundo tempo e a blitz rubro-negra continuou. O Grêmio, do “melhor futebol do Brasil” (Procede? Vocês que vão dizer), estava acuado, nem mesmo a entrosada defesa com Pedro Geromel e Kannemann, dois dos melhores da posição no país, estavam transmitindo segurança. E logo aos três do segundo tempo, ele, que começava a ser contestado pela torcida por fracas atuações recentes. Logo ele. E tinha que ser ele, para que a vantagem construída pelo tricolor fosse por água abaixo. O mesmo tricolor gaúcho, onde pelo Rosário Central em 2016, calou os imortais. O terror dos gremistas. Rony cruza, e Marco… Ruben! desvia para igualar o confronto. Estava armada assim, mais uma disputa por pênaltis, cinco em menos de um ano.

Nos penais, as confiantes mãos Santas do Aderbar seguram a cobrança final de Pepê, e sela a classificação épica e improvável do Furacão para a final da Copa do Brasil contra o Internacional. Uma noite para ser lembrada para sempre. Um jogo que precisava ser perfeito, como o técnico Tiago Nunes pregou em entrevista após o fraquíssimo jogo de ida.

Com pés no chão e com mais jogos como o de ontem, e menos como o de Porto Alegre, dá, e muito, para ganhar mais uma taça inédita para o futebol paranaense.

Só um adendo Sandy & Junior… o Imortal pode morrer no final.



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Li em um texto que estão sugerindo o Lucho Gonzalez para ser o técnico do CAP para 2020. Foi para mim uma sugestão muito acertada…