23 set 2019 - 18h20

Eles também foram campeões: Renan Lodi, Paulo André, Jaderson, Pedrinho…

Talvez alguns não se recordem, mas Renan Lodi e Paulo André jogaram a Copa do Brasil 2019 pelo Athletico e, portanto, também conquistaram o título nacional.

Os dois atuaram no primeiro jogo do Furacão na competição, diante do Fortaleza, na Arena Castelão, no dia 16 de maio de 2019. Ambos foram titulares. A partida terminou empatada por 0 a 0.

No jogo de volta, Paulo André ficou no banco de reservas. A dupla de zaga titular foi formada por Léo Pereira e Lucas Halter. Renan Lodi lamentavelmente não pode jogar em razão de uma decisão até hoje mal explicada da CBF, que não o dispensou de uma convocação para a seleção olímpica.

Saídas

Em seguida, o lateral foi negociado com o Atlético de Madrid e deixou o Furacão antes do primeiro confronto das quartas-de-final, contra o Flamengo. Na mesma época, Paulo André anunciou sua aposentadoria como jogador e assumiu uma função de dirigente no clube.

Somos campeões!

Apesar da participação apenas no primeiro jogo, ambos se consideram legítimos campeões. Renan Lodi cobrou publicamente uma medalha:

Já Paulo André comemorou com os ex-colegas a conquista do título no vestiário do Beira-Rio, lembrando que este era a única conquista que faltava no seu currículo de atleta:

 

Campeões sem entrar em campo

Além de Paulo André e Renan Lodi, o elenco do Furacão campeão da Copa do Brasil conta com outros jogadores que participaram de poucos jogos, mas fizeram parte do título, e outros que nem sequer entraram em campo, mas ficaram à disposição de Tiago Nunes.

Braian Romero entrou nos dois jogos contra o Fortaleza, somando um total de 39 minutos em campo. Ele ficou no banco de reservas em todo os jogos seguintes, mas não voltou a entrar em campo.

Outros que estiveram apenas no banco foram o meia Tomás Andrade, o volante Rossetto e o lateral-esquerda Abner Felipe. Os três participaram de sete dos oito jogos na condição de reservas, nunca foram utilizados por Tiago Nunes – mas saíram na foto do pôster.

Os goleiros Caio Allan e Léo ficaram no banco de Santos (o primeiro nos quatro primeiros jogos, e Léo nos quatro últimos).

Os jovens Jaderson e Pedrinho, que integram a equipe de aspirantes, tiveram a chance de ficar no banco em pelo menos uma partida da Copa do Brasil, mas igualmente não atingiram sequer um minuto em campo.

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