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9 dez 2019 - 11h58

Habemus técnico?

Já acabou o campeonato brasileiro e ainda não temos o anúncio de um técnico para comandar o grupo principal. Enquanto outros clubes já estão com seu planejamento de futebol em fase de revisão, nós estamos no desmonte e bem provavelmente com um grupo novo de jogadores que virão por empréstimo ou por aquisição. Só que este tempo de adaptação não pode ser da noite para o dia, mas, sim a sequência da continuidade de um trabalho que vem dando resultados desde 2018 mais recentemente.

E para isso temos que correr contra o tempo. Tem jogadores importantes que foram embora, uns por opções próprias outros pela imposição de suas situações como jogadores oriundos de empréstimos.

Mas, isso não é justificativa para não se ter um técnico até o momento. O TN saiu do clube em outubro por ter fechado um pré-contrato com os gambás, e por nossa sorte, o Eduardo Barros foi uma grata surpresa para finalizar o ano. Um provável substituto do TN para a sequência de 2020, ou como técnico do titular ou como auxiliar técnico permanente do novo técnico, o que realmente ficou, foi uma boa impressão de sua capacidade técnica de comandar.

Pois é, o nosso ano de 2019 acabou com conquistas em vários campeonatos e torneios que participamos. E estamos esperando que em 2020 seja assim também. Só que para isso o novo técnico deve vir para se encaixar no planejamento e forma de se atuar no futebol do CAP e não querer adaptar sua forma de estruturar a equipe.]

Acredito que o clube já tem está base de trabalho e não é possível admitir alguém que venha para implodir tudo e começar do zero. Se assim ocorrer, 2020 será igual à 2011 quando caímos para a série B.

E sinceramente Rogério Ceni, para mim, não tem o perfil do CAP e até acredito que ele se deu bem no Fortaleza devido a torcida o idolatrar, aqui como ele foi parte do grupo que nos venceu em 2005 na Libertadores da época usando de artifício para fugirem da velha Arena, até hoje, ficou o gostinho da derrota pelas tramoias do tricolor paulista.

Sem Ceni, mas, com um técnico de vanguarda. E quem sabe um Eduardo Barros para o futuro do comando do grupo principal. Se no Brasileirão ele não perdeu nenhum jogo, não será o falido Paranaense que ele irá perder, devido ao nível técnico dos clubes que serão nossos adversários.



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