3 mar 2020 - 23h33

Furacão estreia com vitória e bom futebol na Libertadores

Na estreia de sua sétima participação na Copa Libertadores da América, o Furacão venceu o Peñarol pelo placar de 1 a 0 na Arena da Baixada.
Primeiro tempo
O Athletico começou no abafa tentando pressionar o adversário desde os minutos iniciais. Logo aos 3 minutos, em cruzamento de Léo Cittadini, Bissolli dominou na área, mas foi travado na conclusão.
O time uruguaio jogava atrás do meio de campo, com as linhas muito próximas, dificultando a construção de jogadas do Athletico, que só arriscou um chute aos 12 minutos, com Márcio Azevedo, pra longe.
O Furacão seguia com a posse de bola, porém sem conseguir criar grandes chances. Aos 18, após corte da zaga uruguaia, Leo Cittadini arriscou chute de longe, mas a bola foi mascada e facilitou a defesa do goleiro. Aos 22, após boa trama no ataque, Adriano concluiu cruzado e a bola passou em frente ao gol do adversário.
Se com a bola rolando estava difícil, foi na bola para que o Furacão criou a sua melhor chance. Aos 28, após escanteio na direita, Thiago Heleno subiu mais que todos e cabeceou a bola na trave, quase abrindo o placar. O lance empolgou o Athletico, e Carlos Eduardo, em linda jogada pela direita, finalizou mais uma vez para defesa do goleiro. Um minuto depois foi a vez de Cittadini continuar o bombardeio, dando mais um chute de longa distância.
Acuado, o Peñarol apenas amarrava o jogo cavando faltas e atrasando as reposições. Dos 30 aos 39 minutos foram pelo menos 6 minutos com o jogo parado para atendimento de jogadores da equipe uruguaia. O juiz, no entanto, deu apenas 3 minutos de acréscimo e o jogo foi para o intervalo empatado em 0 a 0 apesar do domínio rubro negro.
Segundo tempo
O Athletico voltou disposto a repetir a pressão do primeiro tempo. No primeiro minuto de jogo, em lance de Cittadini, o Athletico conseguiu seu primeiro escanteio. Na cobrança, Robson Bambu finalizou, mas a zaga fez o corte no meio do caminho. Aos 5 foi a vez de Carlos Eduardo fazer boa jogada puxando para dentro e batendo com perigo de longa distância, para fora.
Aos 13 minutos, a melhor chance do jogo: em boa jogada de Nikão, Erick veio de trás e concluiu rasteiro, para um milagre do goleiro adversário evitando o gol. Aos 17, outra intervenção absurda do goleiro, desta vez em cabeceio à queima roupa de Bissolli. A bola ainda bateu caprichosamente na trave e não entrou.
Se o Athletico não mudou sua postura, tampouco o fez o Peñarol. O time uruguaio abusava da violência e do anti jogo, caindo e pedindo atendimento em qualquer lance mais forte. Mas de nada adiantou a postura covarde, pois aos 31 minutos, após jogada linda de Nikão, Bissolli, de letra, marcou um golaço. Furacão na frente.
A partir do gol, foi a vez do Athletico “retribuir” o tempo desperdiçado pelo adversário e passar a amorcegar a partida. A estratégia não foi boa, pois o adversário passou a ficar mais com a bola, embora não levasse perigo real. Mas apesar de diminuir o ritmo, o Furacão conseguiu segurar o resultado e sair com a vitória em sua primeira partida pela competição.


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