29 dez 2020 - 10h47

2020: um ano de cabeça para baixo

Reinventar-se. Recomeçar. Retomar. Os jargões e clichês que tentam explicar o maluco ano de 2020 servem tanto para nossas vidas como para o Atheltico, que vinha de duas temporadas acima da média com conquistas absolutamente incríveis e recomeçaria um novo ciclo.

Um ano sem torcida nos estádios a partir de março, com máscaras, protocolos de segurança, muito álcool em gel, milhares de mortes pelo mundo. O ano em que o clube possuía o maior orçamento de sua história e pecou muito na renovação do elenco.

Ao todo foram 55 jogos com 24 vitórias, 9 empates e 22 derrotas no ano, tendo marcado 71 gols (pior média dos últimos 17 anos) e sofrido 59 na temporada. Vencido o Paranaense com o tricampeonato após duas vitórias sobre o rival Coritiba, o Furacão vacilou na Libertadores, sendo eliminado novamente nas oitavas de final, e caiu já no primeiro confronto pela Copa do Brasil, perdendo ambas as partidas para o Flamengo.

Atualmente na 11ª colocação do Brasileiro, com 34 pontos, distante 8 pontos do G6 e 6 da zona de rebaixamento, o Furacão acabou pecando demais na montagem do elenco, pois perdeu peças importantes e fundamentais das campanhas vitoriosas do último biênio e cometeu algumas barbeiragens na contratação de reforços que acabaram desnivelando e muito o trabalho recentemente feito.

Fazemos agora uma pequena síntese das competições que o Athletico jogou (e ainda jogará) em 2020.



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