Marcão
lateral-esquerda e zagueiro
 

Nome:

 

Marcos Alberto Skavinski.

  Nascimento:   Curitiba (PR).
  Posição:   lateral-esquerda e zagueiro.
  Clubes:   Coritiba, Rio Branco-PR, São Caetano, Atlético-MG, Marília, Santo André, Juventude, Atlético, Al Ittihad-ARA e Kawasaki Frontale-JAP.
  No Atlético:   2004 a 2005. Campeão paranaense em 2005.
       

Quando chegou no Atlético, Marcos Alberto Skavinski tinha como um dos principais desafios se tornar um jogador conhecido e consagrado em sua cidade natal. E não demorou muito para que ele caísse nas graças da torcida atleticana. Logo em sua estréia, mostrou aos torcedores o combustível básico de suas atuações: a raça e a determinação. E depois de dois anos defendendo a camisa rubro-negra, saiu daqui conhecido como “o Marcão do Atlético”, com a gostosa sensação de dever cumprido.

Nascido em Curitiba, Marcão iniciou a sua carreira no Coritiba. Profissionalizou-se em 1993, mas teve poucas chances no time, quando foi transferido para o Rio Branco, de Paranaguá. De lá, seguiu para o São Caetano, Atlético Mineiro, Marília e Santo André. Em 2003, depois de uma boa temporada defendendo o Juventude, quando foi considerado um dos melhores laterais do Brasil, foi indicado pelo técnico Mário Sérgio para o Atlético, desembarcando no CT do Caju no início de 2004. Começava uma nova fase na carreira de Marcão.

Logo de cara, Marcão teve que encerrar com a desconfiança da torcida, devido à sua passagem pelo rival Coxa. A desconfiança acabou logo no primeiro jogo, no dia 21 de janeiro de 2004, contra o Prudentópolis, pelo Campeonato Paranaense. Raça, determinação, vontade e um gol. Pronto, Marcão já era candidato a ídolo no Atlético. E depois de dois anos no Furacão, com mais de 100 partidas no clube, sete gols marcados e em várias partidas sendo o capitão da equipe, Marcão saiu daqui com o status de ídolo.

Inicialmente, ele atuou na lateral-esquerda, posição em que foi vice-campeão Paranaense em 2004. Com a chegada de Levir Culpi, passou a jogar como zagueiro, quando se destacou na campanha do vice-campeonato Brasileiro do mesmo ano. Peça importante no clube na campanha vice-campeã da Libertadores de 2005, Marcão comemorou no Atlético um único título: o Paranaense de 2005, sobre o rival Coritiba.

Depois de ter conquistado o vice-campeonato da América pelo Atlético, Marcão teve a oportunidade de disputar o Mundial de Clubes da Fifa pelo Al-Ittihad, da Arábia Saudita. No entanto, problemas no registro afastaram o jogador da disputa da competição. De volta ao Atlético, recebeu propostas do Grêmio, Fluminense e Bordeaux, da França. Mas acabou sendo emprestado ao Kawasaki Frontale, do Japão, no início de 2006.

Foram dois anos de Atlético. Dois anos sentindo o calor e o carinho da torcida atleticana. Como poucos jogadores nos últimos anos, Marcão entendeu a mística da camisa Rubro-negra e por mais de cem vezes a vestiu com amor e muita determinação, motivo de orgulho para todo atleticano. E numa história de tanta paixão e dedicação ao clube, ele pode comemorar, afinal, para sempre será lembrado como “o Marcão do Atlético”. Como ele sempre quis.

 
 
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