Nílson Borges
ponta-esquerda
 

Nome:

 

Nílson Borges.

  Nascimento:   São Paulo (SP), 16.02.1941.
  Posição:   ponta-esquerda.
  Clubes:   Portuguesa, Corinthians, Standard Liège, Sporting, América-SP, Juventus, Coritiba, Atlético e Bahia.
  No Atlético:   1968 a 1974. Campeão paranaense em 1970.
       

Nílson Borges não foi formado nas categorias de base do Atlético. Não colecionou muitos títulos pelo rubro-negro. Mesmo assim, é um dos maiores ídolos da história do clube e um dos jogadores mais identificados com a camisa rubro-negra. Conhecido pelo apelido de "Bocão", Nílson já foi jogador, técnico e auxiliar-técnico no Atlético. Admirado pelos torcedores, o ponta-esquerda rubro-negro fez muito sucesso principalmente pela garra ao pedir para jogar mesmo quando estava machucado.

Seu início na carreira foi contra sua próprioa vontade. Nos jogos de várzea, seus companheiros lhe diziam que deveria investir na carreira, mas ele não dava atenção aos elogios. Quem abriu os olhos pela primeira vez foi seu pai. Empregado do chefe da Portuguesa de Desportos, o velho Borges tratou de arrumar uma chance para o filho e logo conseguiu encaixar Nílson nos juniores do clube..

Da Lusa, o jogador passou pelo Corinthians e daí seguiu para a Europa, onde passou pelo Standard, da Bélgica e pelo Sporting, de Portugal. Quando voltou ao Brasil, foi emprestado ao América de São José do Rio Preto, jogando também pelo Corinthians e Juventus. Mas a passagem por esses clubes foi curta e, logo ele desembarcou na Baixada.

Foi contratado em 1968 e fez parte da revolução encabeçada pelo presidente Jofre Cabral e Silva. Jogando pelo Atlético, Nílson fez os torcedores esquecerem de sua passagem pelo Coritiba. E, em dois anos vestindo a camisa rubro-negra, já conquistava seu primeiro título, em 1970. Respeitado por todas as torcidas do Paraná, Nílson foi obrigado a abandonar a carreira aos 33 anos. Em um jogo contra o Fluminense, o jogador sofreu uma violenta falta de Denílson e não conseguiu mais voltar. Persistente, Nílson ainda pedia para entrar em campo, ou ser escalado. No entanto, não conseguia mais conter a dor e, mesmo jogando mal, não ouviu nenhuma vaia.

Mesmo fora dos gramados, Nílson Borges continuou trabalhando no Atlético. O ex-jogador virou técnico e trabalhou nas categorias de base atleticanas até ser chamado para exercer a função de auxiliar-técnico. Está no clube há mais de 15 anos.

 
 
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