João Augusto Fleury da Rocha
 

Nome:

 

João Augusto Fleury da Rocha

  Gestão:   2004 a 2008
  Resumo:  
Firmou parcerias inéditas com as multinacionais Clear Channel e Kyocera; na sua gestão, o clube foi vice-campeão da Libertadores da América
       
       
       

João Augusto Fleury da Rocha teve a honra de ser o presidente do Clube Atlético Paranaense no ano de seu 80° aniversário. Assumiu a dirigência do Conselho de Gestão depois de ter sido integrante da direção desde 1995, apoiando o grupo liderado por Mario Celso Petraglia.

Advogado e procurador federal, ele foi também membro do Conselho de Ética da Ordem dos Advogados do Brasil, da seção Paraná. Fleury da Rocha nasceu em Guarapuava, mas logo que se mudou para Curitiba se encantou pelo Furacão. Tornou-se sócio do Atlético em 1970, ano da conquista do título estadual, e desde então sempre participou da gestão do clube.

Em 1990, foi eleito vice-presidente na chapa encabeçada por José Carlos Farinhaque. Depois, sempre colaborou com especial destaque ao Departamento Jurídico. Respondendo por essa área, fez parte do primeiro Comitê Gestor, instituído provisoriamente em 1995 em razão da renúncia de Hussein Zraik.

Depois, foi também presidente do Conselho Deliberativo do Atlético. Ao ser eleito para a presidência do Conselho de Gestão, em 2004, estabeleceu como metas prioritárias de sua gestão o aprimoramento do CT do Caju, a definição do uso pleno da Arena da Baixada e o incremento de uma política de relacionamento com os atleticanos.

Em seus primeiros anos de gestão, firmou parcerias inéditas com equipes de automobolismo e com a multinacional Clear Channel, encarregada de explorar o entretenimento da Baixada. Sob sua direção, o Atlético foi vice-campeão brasileiro em 2004, campeão paranaense em 2005 e vice-campeão da Libertadores da América em 2005. Outros fatos marcantes de sua gestão foram a negociação dos direitos de uso de nome da Arena com a multinacional Kyocera, a aquisição do terreno vizinho da Baixada e a contratação do técnico alemão Lothar Matthäus.

Por decisão do Conselho Deliberativo, permaneceu no cargo mesmo após o encerramento de seu mandato, em dezembro de 2007, em virtude da ausência do registro de chapa para as eleições do clube.

 
 
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