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16 set 2002 - 17h00

Dois pontos em nove disputados

Prezados Amigos Atleticanos,

Não fiquei contente com o empate do Furacão com o Paraná, no sábado. Tudo bem que clássico é clássico, o jogo foi considerado fora de casa, etc… etc… Mas nós temos um time muito superior ao time do Paraná.

Aliás, dessa série de três jogos fora, poderíamos ter voltado com pelo menos sete pontos na bagagem. Não estou exagerando, amigos. Tirando o jogo contra o Santos, que devido as circunstâncias (um jogador a menos, pênalti defendido) o resultado acabou sendo bom, nos demais jogos poderíamos ter saído com uma vitória, inclusive contra o Flamengo. Este último foi um resultado totalmente atípico. Estávamos ganhando e em cinco minutos de apagão, o time carioca aproveitou-se disso e ali, naqueles poucos minutos, ganhou o jogo. Sim, porque depois disso o Atlético teve muito mais poder de fogo que o rubro-negro da Gávea. Mas, foi uma derrota que aconteceu num momento em que ainda não é desastroso perder.

Voltando ao jogo de sábado, muitos colegas alegam que o fator Douglas mais uma vez foi negativamente fundamental para o resultado. Concordo em parte. O que fatalmente aconteceria caso o meio-campo atleticano não tivesse sido expulso seria sua saída ou a do Cocito para a entrada do Dagoberto. Com três atacantes, certamente a chance de vitória seria bem maior. Com a expulsão, conforme o próprio Espinosa admitiu, ele teve que segurar somente o Cocito na sobra e substituir um esforçado mas pouco produtivo Alex Mineiro para a entrada do Dagoberto. Mas como o Paraná também ficou sem um, isso não pode servir totalmente como desculpa. Nossos jogadores são muito melhores e tiveram ótimas chances de liquidar a partida no final e deixar o clube em segundo lugar isolado.

Um colega comparou o Douglas com o Nem. Nesse ponto discordo totalmente. O experiente Nem era o capitão, gritava, brigava com o time, se impunha perante os demais. Marrento, segurava a bola, tinha raça suficiente para cobrir suas falhas individuais e tinha carisma de sobra com a torcida. Enquanto jogou no Atlético, não deu um soco desleal no adversário como a que vimos no sábado. E além de tudo, era titular. O novato Douglas é o chamado “moleque” no futebol. Cabeça fraca, esquentado, demonstra nervosismo nas horas difíceis. Tem classe quando o time está ganhando. Quando está perdendo, se complica. E não é titular. Com a volta de Preto e Vital, ele voltará a amargar a geladeira. Uma pena para ele. Para o time, ponto positivo.

Depois da partida o jogador paranista foi prestar queixa na delegacia por agressão, conforme noticiou o nosso amigo Robson de Lazzari na CBN. Certamente influenciado pelo dirigente tricolor Ocimar Bolicenho que adora aparecer. Sabemos que isso não vai dar em nada. Mas isso tudo faz parte de um clássico. Ajuda a apimentar ainda mais o próximo confronto.

E ainda vem o Atletiba…



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