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25 mar 2003 - 20h58

Que dureza

Vou tentar, o máximo possível, não deixar transparecer a tristeza de ter “aguentado” uma final do famigerado, porém desejado, campeonato paranaense, sem a presença do tricampeão.

Domingo marrento prá mim, estava meio indisposto (coincidência ?…). Adormecí e fui acordado por meu filho. – Pai ? Não vai sofrer um pouco (mais) e ver a final ? Respondí desanimado: sei lá… Como TV no domingo é programa prá corajoso ou desesperado, dei umas olhadas na final. Só umas olhadas mesmo, pois não dava prá aguentar…

O “Real Madrid das Araucárias” (conforme alguém escreveu outro dia) que não conseguiu superar a super potência do futebol mundial, Ituano, uma lástima. O ACP chegava a dar pena. E o pior, de pirar mesmo: concluir que aquilo era uma final. Que tristeza…

Conclusão simples e óbvia: se aquilo foi uma final – e de fato foi – a que nível chegou o “exuberante” futebol do Paraná. E, se aqueles eram os finalistas – e eram – a que ponto chegou o Atlético de não conseguir estar entre aquilo lá. E o que fico mais impressionado (às vezes tenho a sensação de viver em outro mundo que não esse maluco…) é que a mídia achou tudo o máximo: o futebol dos invictos, a movimentação das torcidas, a garra do “vermelhinho” (ai ai ai…), a alegria dos torcedores do “Real Madrid Verde” (que mais parecia escárnio diante da fragilidade do “poderoso” oponente).

Agora, o cúmulo da sandice e do deplorável estado mental da mídia paranaense foi ter afirmado, dia desses, que era um “Atletiba diferente” (aliás até nosso grito de guerra nossos esforçados conterrâneos de Paranavaí entoaram). Querer comparar o CAP com o ACP (não é que até as iniciais são as mesmas ?), é sinal de total ausência de neurônios nos detentores das luzes e microfones do futebol do Paraná. Estou certo que eles também são culpados pela mediocridade futebolística do PR no último ano e meio.

Mas, voltando ao tema, como realmente não ví o jogo todo, dediquei um pouco de meus minutos aos melhores momentos. Concluí, de fato, que nada tinha perdido. E, prá finalizar o caos de guerra que se abateu sobre o futebol do Paraná, um juiz da Fifa (o que viram nesse cara além de sua cabeça, literalmente, brilhante ?) que, impiedosa e vergonhosamente, acha um pênalti numa matada na coxa (não é trocadilho) do zagueiro do ACP.

Ah, vá lá; tudo bem !…, isso só podia acabar assim mesmo: nas coxas.

Saudações Rubro Negras !



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