12 maio 2003 - 11h16

Atendimento médico fica devendo

A Arena da Baixada é tida, com toda razão, como estádio modelo em todo o Brasil. O conforto ao torcedor, a limpeza de suas dependências e facilidade nos acessos ao torcedor são alguns dos pontos destacados.

Mas na tarde de domingo, no jogo frente o Juventude, o atendimento médico aos torcedores mostrou-se ineficiente. Durante o intervalo, um torcedor foi acometido de ataque em seu sistema nervoso, entrando em convulsão nas arquibancadas próximas ao banco de reservas adversário. A mulher que o acompanhava mostrou-se bastante segura e sabedora do que fazer, não entrando em pânico e colocando-o em situação confortável.

Porém, os plantonistas que ficam com a ambulância localizados atrás do gol de entrada, demoraram 9 minutos para chegar até o local onde estava o torcedor.

Fica a pergunta: E se o problema fosse mais sério, ou se o torcedor estivesse sozinho?



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