16 set 2003 - 11h23

Resumo dos jornais desta terça-feira

Atlético é uma vítima da fatalidade – “A minha maior preocupação é ter pego um time na 18.ª posição, deu uma reagida boa, eu sinto que o time está subindo tecnicamente, está fazendo apresentações boas e não vem conseguindo resultados positivos em função da fatalidade”, analisa o comandante rubro-negro. (Leia mais).

 

Mário Sérgio não deixa o Atlético antes de 2005 – “Ele é uma pessoa, eu sou outra. Ele era funcionário do clube e foi dispensado pela direção. Eu vim para fazer um trabalho a médio e longo prazos. Não existe isso de que eu vou pedir demissão. Continuamos amigos, mas aqui existe profissionalismo. Solidariedade no desemprego não existe. É preferível um desempregado que todo mundo”, avisa Mário Sérgio, disposto a cumprir o contrato. (Leia mais).

 

Incidentes na Arena da Baixada são citados na súmula – Árbitro Romildo Corrêa acusou torcedores do Furacão de atirarem pedras, copos e outros objetos em jogadores do Cruzeiro. (Leia mais).

 

A falta que Dago faz – Nos 17 jogos que Dagoberto participou, o Atlético teve 49% de aproveitamento (25 pontos em 51 possíveis) e o ataque alcançou uma boa média 1,65 gols por jogo. Se tivesse esse desempenho nas 30 rodadas do Brasileiro, o clube estaria em 9° lugar. (Leia mais).

 

Atlético e Paraná tentam contornar crise – O Atlético joga domingo, em Caxias do Sul, contra o Juventude. Outra preocupação da diretoria atleticana é com a súmula do árbitro Romildo Corrêa (SP) que relatou que pedras e pilhas teriam sido atiradas ao gramado pela torcida e o clube pode perder o mando de campo. (Leia mais).

 

Atlético pode perder mando de campo – Temendo uma futura punição, após a entrega da súmula da partida, o Atlético solicitou um relatório à Polícia Militar sobre os objetos que foram atirados no gramado, os quais, segundo a diretoria, não afetariam a integridade física dos jogadores, por se tratarem de copos plásticos e materiais de papelão e líquidos. (Leia mais).

 

Torcida rubro-negra quer a cabeça do Ilan e do Mário Sérgio – A falta de planejamento, a constante troca de treinadores e de preparadores físicos, combinadas com a baixa reposição de peças, são apontadas como as forças que puxam o Atlético para baixo neste Brasileiro. (Leia mais).

 


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