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27 out 2004 - 12h27

Não preciso falar do Atlético

Não vou falar do Atlético. Não preciso falar do Atlético.

Vou falar dos lugares onde morei : Rio das Ostras- RJ, Ijuí-RS, Tapira-PR e Curitiba.

Curitiba, em poucas palavras, foi onde tudo começou.

Tapira, interior do Paraná, para lá de Umuarama, quase no Mato Grosso do Sul onde só existem torcedores dos times de Paulistas, gaúchos e cariocas, nesta ordem.

Ijuí, noroeste do Rio Grande do Sul, terra do Dunga (aliás todos lá já jogaram e driblaram ele!!!), onde achei que bairrismo maior não podia existir e onde quem não é colorado nem gremista era eu.

Rio das Ostras, litoral do Estado do Rio de Janeiro, 180 km da capital, o local que mostrou que bairrismo maior pode sim existir, afinal, por aqui, ainda se acha gente que acredita no Flamengo disputando vaga para Libertadores e vascaínos contentes em ter Romário de volta!
Nos jornais daqui você sente no texto o mau humor dos repórteres, salvo raríssimas exceções, ao serem obrigados a falar de algum time de fora que não esteja disputando vaga para a segunda divisão. Imagine ao ser obrigado a falar de um time de fora (onde fica Curitiba mesmo???) que, além de líder e um dos favoritos ao título, disputa o bicampeonato?!

Agora sei que existem bairrismos piores, pois não têm originem no amor à terra natal. Sua origem e viciada. Vícios antigos, tão profundamente enraizados no imo destes seres que já não há como separá-los.

Um novo vento está soprando. Vento com força de FURACÃO.

Um Furacão que para sua festa de 80 anos trouxe um legítimo, o primeiro no Atlântico Sul.

Serão obrigados a falar com todas as letras: O FURACÃO É BICAMPEÃO.

PUNIÇÃO

Como o texto do artigo 213 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) apenas faz menção ao fato de não prevenir ou reprimir…..lançamento de objeto ao campo, não se torna passível de punição todo clube que não utilize suas arquibancadas como muros deixe a torcida de fora (não tendo ninguém na arquibancada ninguém arremessará nada), ou que permita a entrada de pessoas vestidas (afinal sempre é possível jogar um sapato no juiz) ou que deixe de instalar ao redor do campo uma parede de vidro a prova de balas com altura suficiente para que ninguém consiga atirar nada.

Se nenhuma destas alternativas for executada o clube não preveniu e portanto é culpado. Paremos o campeonato por falta de estádios “seguros”, pois se a Arena não o é nenhum outro será. Façamos as devidas denúncias nos domingos á noite com ligações ao vivo para o presidente do STJD.



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