1 dez 2004 - 15h12

Jogo aéreo já havia preocupado o Atlético

Depois dos dois últimos jogos, contra Ponte Preta e Grêmio, a maior preocuação da comissão técnica do Atlético passou a ser com a postura do sistema defensivo diante das bolas aéreas. Segundo o técnico Levir Culpi, a bola alçada na área é o lance mais difícil do futebol, pois possibilita uma chance igual tanto para o defensor cortar quanto para o atacante concluir.

Nas últimas entrevistas, o treinador ressaltou que insistirá nos treinamentos desse quesito para que a defesa volte a ter o bom desempenho nesse tipo de lance.

Porém, as jogadas aéreas já haviam sido motivo de preocupação atleticana neste Brasileirão. Há cerca de dois meses, a Furacao.com tratou do tema em reportagem intitulada "Quem é que sobe?". Na ocasião, a matéria alertava para o problema que havia acontecido nas então últimas quatro rodadas (Corinthians, Cruzeiro, Flamengo e Vitória). Confira um trecho:

Quem é que sobe?

A hipótese mais provável é que estejam ocorrendo momentos de indecisão. Essa percepção já chegou ao elenco e à comissão técnica. Depois do jogo contra o Vitória, o goleiro Diego comentou o fato. "É o quarto jogo seguido que estamos sofrendo gol de cabeça. Nossa defesa estava muito bem postada e era uma coisa que não estava acontecendo, mas agora estamos levando gols assim. É um motivo de preocupação, mas tenho certeza que o professor Levir vai corrigir isso", analisou Diego.

No jogo seguinte à matéria, o Atlético jogou muito bem e venceu o Atlético Mineiro por 5 a 0, sem sofrer qualquer perigo no jogo aéreo – o que foi destacado em outra reportagem. A esperança é que ocorra o mesmo no jogo de domingo, diante do São Caetano.



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