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1 dez 2004 - 9h01

Parceria do Nordeste

Assim como o PSTC de Londrina, o Atlético acaba de fazer mais uma parceria com um time do norte. Mas, desta vez o limite geográfico se estendeu bem mais ao norte de Curitiba. Cerca de 3 mil Km ao norte. Em Recife, Pernambuco.

O Náutico firmou com o furacão uma parceria que começa com a vinda para Curitiba de Jorge Henrique, atacante de 22 anos, onde o time rubro negro ficará com 80% dos direitos federativos do atleta, sendo que o time de Recife terá 10% e o próprio jogador os outros 10%.

A equipe pernambucana tem investido nas suas divisões de base, tendo construído um centro de treinamento nos moldes do CT do Caju. Situado num terreno amplo, nos arredores de Recife e longe do estádio dos Aflitos, o Náutico está acrescentando aos seus 05 campos de treinamento (02 oficiais) um hotel (que servirá de concentração para o time e para clubes visitantes em transito no Recife), um restaurante, quadras de tenis, poliesportivas e toda uma infraestrutura para melhorar o que já existe.

E com o trabalho que foi feito até agora, o time alvirubro já revelou jogadores como Luciano, 20 (volante), Tiago 17 (atacante), Henrique 18 (zagueiro), Almir Sergipe 19 (atacante), Rodolfo 18(goleiro) e, principalmente, Jorge Henrique.

O atacante natural de Rezende, no Rio de Janeiro, veio para Recife, após tentativa frustrada de ser jogador do rubronegro carioca. Tentou a sorte no Sport, mas numa época em que estava com problemas físicos. Só então foi para o timbu, que acolheu o jogador e tratou de seus problemas, dando alojamento e preparando-o para as divisões de base do time dos Aflitos.

Em 2002, começou a jogar pelo time principal e, ao lado de Kuki (atual ídolo da torcida) fez o time crescer nas competições. Revelação do time na serie B de 2003, passou definitivamente para equipe de cima e após alguns problemas de contusão, ajudou na conquista do campeonato estadual de 2004. Na segundona era destaque do time, ao lado de Kuki, Gil Baiano e Marco Antonio (outro garoto excepcional, que voltou ao seu clube de origem – o São Paulo).

Com um tipo físico que lembra Romário, o baixinho do Náutico (agora do Atlético) é rápido e trabalha em equipe. Não é a toa que fez uma dupla perfeita com outro baixinho (Kuki). Não é goleador, mas faz seus gols. Tem tudo para dar certo no furacão ao lado de Washinton, Dagoberto, Denys Marques, Jadson. E está com muita vontade de jogar a libertadores pelo Atlético. Este ano chegou a tentar esta negociação (após fugir do Náutico no meio da competição – alias, único fato que desabona o jogador).

A parceria entre o Náutico e Atlético está apenas no começo. A equipe parananese irá ceder, por empréstimo 02 ou 03 atletas. E no futuro, o Náutico dará prioridade ao time da Agua Verde das suas revelações. É uma parceria que eu mesmo já havia iniciado em 2000, quando fui morar em Curitiba. Eu, torcedor do Náutico em Recife, escolhi o Atlético paranaense para torcer. Não por acaso, o CAP faz agora, 04 anos depois uma parceria com CNC. Uma parceria que tem tudo para dar certo (como já vem dando).



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