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5 dez 2004 - 22h37

Dois passos do paraíso

Apenas 2 jogos separam este time de guerreiros da glória de terem seus nomes inscritos na história do Clube Atlético Paranaense. 02 vitórias seguidas e não importa o que os adversários (agora resumidos a 02 – Santos e São Paulo) fizerem. Podem ganhar de 10 x 0 de São Caetano e Vasco ou de Flamengo e Goiás. Nada disso importará, desde que vençamos Vasco e Botafogo.E tudo porque a equipe comandada por Levir Culpi venceu 25 vezes até aqui. E a torcida quer mais. Quer 27 vitórias. Vinte e sete vezes 03 pontos, que somados aos 10 empates, darão o maior presente de natal que a torcida atleticana já teve desde outro natal, em 2001.

Alias, o jogo deste domingos, contra o mesmo adversário foi um jogão. Daqueles dignos de uma final de um campeonato brasileiro. Como em 2001 – outro jogaço! E tudo era muito parecido. Muita coincidência. Realmente, era muito parecido com a final daquele ano. Chegamos a ficar atrás no placar. Viramos o jogo. E no final, o nosso artilheiro fez um gol de pênalti. O 4 x 2 estampado na cabeça de cada torcedor (já que não temos, por incrível que pareça, placar na Arena), relembrava aquele jogo mais do que nunca. Afinal, o gol de Washington aos 42 minutos do segundo tempo, de pênalti era como se vivêssemos um deja vu. E que delícia de jogo. O que não esperávamos é que Denys Marques resolvesse presentear os mais de 20 mil torcedores na Arena e outros tantos que viram pela TV (dentre eles, eu, que assisti de Recife a mais um grande jogo),com uma pintura de arte. Se 4 x 2 lembrava a final de 2001, 5 x 2 nos retoma ao presente. E mostra que este time tem tudo para ser melhor que o daquele ano.

É certo que, em determinado momento, com o segundo gol do Azulão, outra passagem do passado (desta vez bem recente) ficou atormentando os pensamentos dos torcedores rubro-negros na Arena. Será que cederíamos o empate? Decididamente ficou constatado que a equipe aprendeu com seus erros. Assim como um verdadeiro campeão. Não tomamos mais gols no final. E, melhor ainda, fizemos outros 02. Tanto melhor. E pior para os adversários.

Agora, somos os únicos que podemos ser campeões antecipados. Basta uma vitória contra o Vasco e uma derrota do Santos para o São Caetano. Quem sabe Chamusca já não sai da arena com uma promessa de mala preta? Não custa nada (ou quase nada, afinal, é o bicampeonato nacional que está em jogo). Quanto mais garantias tivermos que este título ficará em Curitiba, melhor. Todos serão rubro-negros nas duas semanas que se seguem (mas não custa nada vestir o azul contra o Santos). O Vasco ameaçado pelo fantasma do rebaixamento, do odioso Eurico Miranda será mais uma difícil barreira a ser ultrapassada. São Januário será um inferno, sem dúvida alguma. Mas depois deste “jogo da vida”, contra os cruzmaltinos, poderemos entrar nos portais do paraíso diretamente ou abrir suas portas na Arena, contra outro time carioca, o Botafogo.

O Atlético é a única equipe que só depende de si próprio para ser campeão. Santos e São Paulo tem que vencer seus dois jogos e torcer para que o Furacão perca pelos menos 02 pontos (no caso do Peixe) ou 05 (no caso do tricolor). Por isto, a confiança no bicampeonato é grande. Como vem sendo grande o futebol dos jovens Diego, Fernandinho, Marinho, Marcão, Fabiano, Rogério, Ivan (apesar das falhas), Pingo, Jadson, Denys Marques e Washington. Este último, um verdadeiro gigante.

É, meus amigos. Estamos ha dois passos do paraíso. E a chave deste paraíso está em nossas mãos…



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