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6 dez 2004 - 10h09

Pés no chão

Passada a euforia da espetacular vitória, vem a constatação de que não há nada ganho, ainda. O maior obstáculo para o bi-campeonato, somente poderá ser a “máscara”, que poderá se abater sobre os atletas do Furacão. Falta muito pouco, mas ainda falta. No jogo contra o São Caetano, não posso reclamar do Levir. Talvez pudesse argumentar, que ele demorou um pouco para tirar o Ivan, colocar o Raulen e liberar o Fernandinho para atuar ao lado do Jadson.

É um crime não colocar um companheiro, também criativo e talentoso, para jogar ao lado desse menino. Há jogadores que precisam de companhia para desenvolver um bom futebol e Jadson é um desses jogadores. Embora tenha sido desleal e irresponsável, naquela entrada feia que deu no jogador do São Caetano – nessas horas faz-se necessário ser “frio”.

Isso não é correto, essa é uma ação típica de “quebradores de bola”. Naquele instante, Jadson poderia ter colocado o título a perder. Naquele reprovável gesto, o craque atleticano correu um risco, desnecessário, de transformar-se em um novo “Jean Carlo do jogo contra o Atlético Mineiro”, versão 2004. Caso tivesse sido expulso, Jadson não teria estado no local certo, na hora certa, nas bolas que sobraram. Há certas coisas que não se deve fazer.

O Furacão ganhou bem, porque não precisou de Bruno Lança, Igor e William. Casualmente passei por aquele programa daquele comentarista, que disse ser o Atlético, uma nuvem passageira. Fiquei assustado com o esforço que esse senhor ainda continua a fazer para prejudicar o Clube Atlético Paranaense. Eles não desistem. O grande Luciano do Vale foi bem sensato, mostrou-se até constrangido pelos comentários imbecis do chefe daquele programa, que mais parecia um boteco de 5ª categoria, uma bodega cheia de “cozidos”. Deve ser horrível para o grande Luciano do Valle ter de conviver com aquela turba.

O grande prazer, chega a ser orgástico, é ver a “coxarada’ gastando foguetes, antes da hora, para depois contemplarem o time do “meio-estádio”, como ele dizem, correr para o abraço, rumo à Libertadores e ao título mundial!



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