24 dez 2004 - 10h17

Manchetes atleticanas desta sexta-feira

Atlético já tem programação para início de 2005
O departamento de futebol do Atlético espera programar alguns jogos-treinos antes da estréia da equipe no Campeonato Paranaense de 2005, dia 19 de janeiro. O Furacão inicia a temporada contra o Império, de Toledo, na casa do adversário. O time será dirigido no Estadual por Lio Evaristo, auxiliar técnico do profisisonal. [Leia mais].

 

Atlético ainda não tem nome de treinador
O clube quer um treinador com perfil jovem, com ambição e alguma experiência em torneios internacionais. Sem os pretendidos até agora, Cuca, Oswaldo de Oliveira e Celso Roth passam a ser as opções, mas não agradam muito aos dirigentes. [Leia mais].

 

Atlético acaba o ano sem ídolo, treinador e líder
Depois de perder o artilheiro e o comandante da campanha no vice-campeonato, o Atlético agora abre mão do seu líder. Na mesma semana que Washington e Levir Culpi se despediram do clube, a diretoria decidiu ontem não fazer acordo com o capitão Fabiano – figura central no comando da equipe durante o Nacional. [Leia mais].

 

Cuca nega contato com Atlético-PR
O ex-treinador do São Paulo, Cuca, que está passando férias em Curitiba, negou hoje qualquer contato com a diretoria do Atlético-PR para ser o novo técnico do clube em 2005. [Leia mais].

 

Buracos na defesa vice do brasileiro
Aos poucos, a possibilidade de o Atlético perder a base do Brasileirão vai se tornando realidade. O clube encerrou ontem as negociações com o zagueiro e volante Fabiano, que deixa a Baixada, e enfrenta um grande impasse para renovar o contrato de Marinho. Assim, a defesa vice-campeã brasileira não deve defender o clube em 2005. [Leia mais].

 

Marinho e Fabiano deixam o Atlético-PR
Uma equipe totalmente reformulada. É isso que o torcedor pode esperar do Atlético-PR para 2005. Isso porque algumas das principais peças do clube nesta temporada deixarão o elenco e a diretoria ainda trabalhar para reestruturar o Furacão. [Leia mais].

 

Geninho diz que seria uma honra voltar à Baixada
Ele, que foi campeão brasileiro de 2001 pelo Atlético, não conseguiu realizar um grande trabalho na Libertadores de 2002, mas dá suas explicações. “Faltou planejamento e um calendário mais humano. Quando estreamos, ainda estávamos sob o efeito das comemorações do título e, quando começamos a jogar bem, já estávamos eliminados”. [Leia mais].

 


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