16 jun 2005 - 20h23

Santos ainda lamenta a eliminação

Fim de festa. Em um anticlímax total, o Santos reiniciou os trabalhos nesta quinta-feira com um rápido treino no CT Rei Pelé. Em campo, apenas os jogadores que não participaram do jogo nessa quarta-feira, e a comissão técnica. Ameaçado pelo fantasma do técnico Emerson Leão, que já foi procurado por membros da diretoria santista, Gallo treinou rapidamente com o goleiro Henao em um dos gramados do CT. O badalado meia Giovanni deixou o local sem conversar com os jornalistas.

A frustração era evidente com a derrota para o Atlético-PR por 2 a 0, que eliminou o Peixe nas quartas-de-final da Copa Libertadores da América. Os “titulares” só voltam a treinar na tarde desta sexta-feira, para se preparar para o jogo contra o Fortaleza, neste domingo, pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro.

Já na Alemanha, após a vitoriosa estréia do Brasil sobre a Grécia por 3 a 0, os jogadores Léo e Robinho lamentaram a queda prematura na competição. “Todo mundo procurou fazer o melhor, mas foi uma noite infeliz. Lamentei bastante”, explicou o lateral-esquerdo.

Autor do segundo gol no triunfo brasileiro, Robinho repetiu o discurso do companheiro de clube. “Fiquei muito triste. Queria que meu time passasse para as semifinais, mas não foi possível. É uma pena, mas é levantar a cabeça para o Campeonato Brasileiro”, apontou. Assim como Ricardinho, Léo saiu em defesa do elenco e foi de encontro à opinião do técnico santista, que criticou a falta de empenho na partida de quarta. “Tinha tudo para conseguir, mas não foi por falta de empenho e dedicação. Quem jogou ontem (quarta) fez o máximo”, disse.



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